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A gestão contemporânea dos pobres: o que políticas como o PRONASCI e a UPP querem dizer com "social"

Processo: 13/22630-6
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2014
Vigência (Término): 30 de novembro de 2017
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Sociologia Urbana
Pesquisador responsável:Gabriel de Santis Feltran
Beneficiário:Luana Dias Motta
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07616-7 - CEM - Centro de Estudos da Metrópole, AP.CEPID
Bolsa(s) vinculada(s):14/27016-7 - Os efeitos da pacificação: uma análise da relação entre a segurança e a cidade, BE.EP.DR
Assunto(s):Organização e administração
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:gestão | Periferias Urbanas | Pronasci | Risco Social | UPP Social | vioência | Periferias urbanas

Resumo

Nos programas contemporâneos de gestão da ordem entre populações pobres das periferias urbanas brasileiras, a noção de "risco social" aparece com destaque, em duplo sentido. Por um lado, refere-se ao crescimento da violência decorrente da expansão do "mundo do crime", que se configura como uma ameaça à população em geral; por outro, influencia a forma de pensar a condição de pobreza como vulnerabilidade dos moradores de periferias, considerados eles próprios em "risco social". Ao convergirem, esses dois sentidos fazem a população "em risco social" ser também uma população "de risco social". Decorre dessa lógica a crescente centralidade e importância das políticas sociais e de segurança pública como forma de gestão da população pobre e da pobreza. Considerando este cenário, este projeto tem como objetivo compreender como a categoria social tem sido mobilizada pelas políticas de segurança pública, os sentidos e conteúdos atribuídos a ela e as implicações para as configurações das políticas, especialmente quando destinadas a áreas e populações pobres. Para isso, partirei dos interstícios entre: i) as diretrizes que têm orientado a elaboração das políticas de segurança pública para áreas e populações consideradas vulneráveis, ii) o desenho institucional que assumem e iii) como são experienciadas in loco por aqueles que as implementam e pelo considerado "público-alvo". Para compreender a articulação entre essas três dimensões, combinarei pesquisa documental e trabalho de campo (entrevistas com gestores públicos e etnografia na favela carioca Cidade de Deus), tomando como objeto heurístico o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) e o Programa UPP Social.

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