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Novos meios de comunicação e a emergência do jornalismo social: uma análise da mídia noticiosa em rede

Processo: 13/23300-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2014
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Comunicação - Jornalismo e Editoração
Pesquisador responsável:Antonio Francisco Magnoni
Beneficiário:Bibiana Alcântara Garrido
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Bauru. Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Jornalismo alternativo   Comunicação alternativa   Meios de comunicação   Ativismo   Editoração   Análise de conteúdo

Resumo

O objetivo da proposta de pesquisa de iniciação científica será analisar algumas atividades informativas, que provisoriamente denominamos de Midiativismo informativo ou de Jornalismo Social, ou seja, práticas de produção e difusão jornalística com objetivos de divulgação e mobilização das atividades organizadas por movimentos sociais. Intencionamos interpretar as possibilidades da informatização como ferramenta social, reunindo conceitos e métodos que nos ajudem a repensar a atividade jornalística e os produtos informativos e culturais que ela gera dentro de uma perspectiva pública e coletiva, que se desprenda dos interesses essencialmente ideológicos e publicitários. Como objetivo complementar, temos a análise de instrumentos e formas de comunicação utilizadas pelos manifestantes dos recentes protestos no Brasil, nos quais a cobertura midiática se deu principalmente pela internet. Dentro desta conjuntura estudaremos o reflexo das manifestações na cobertura midiática, tanto a feita pela grande mídia, como a dos meios alternativos. Para tanto, selecionamos a revista Veja, a Folha de São Paulo e o portal G1 de notícias. No campo dos meios não comerciais, observaremos o jornal Brasil de Fato, a revista Caros Amigos e os diversos canais de difusão da denominada mídia NINJA. A escolha de tais meios, especificamente, parte da premissa de que os mesmos são os veículos mais reconhecidos pelo público quando se fala de comunicação tradicional e, em contrapartida, do jornalismo alternativo e independente. Tais fatores, aqui expostos de modo resumido, contribuem positivamente para fortalecer o desenvolvimento de uma nova geração de meios, recursos e conteúdo de comunicação alternativa, tendo a resistência cultural e política e o ativismo social como pontos característicos da imprensa e dos meios alternativos de comunicação. (AU)

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