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Impacto de um programa de intervenção com realidade virtual na participação e qualidade de vida de crianças em idade escolar com paralisia cerebral

Processo: 13/20874-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2014
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Educação
Pesquisador responsável:Ligia Maria Presumido Braccialli
Beneficiário:Michelle Zampar Silva
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Assunto(s):Educação especial   Paralisia cerebral   Realidade virtual   Qualidade de vida   Idade escolar   Jogos de computador   Crianças   Inquéritos e questionários

Resumo

A melhoria das competências específicas em diversos domínios de funcionamento físico, psicossocial e familiar são influenciados pela participação e aumento da qualidade de vida de crianças com paralisia cerebral. Assim o uso do videogame pode tornar o tratamento mais atrativo e funcional e ter impacto na funcionalidade de crianças com paralisia cerebral. Objetivo: Analisar o impacto de um programa de realidade virtual na participação e qualidade de vida de crianças em idade escolar com paralisia cerebral. Método: Participarão do estudo crianças com paralisia cerebral de ambos os gêneros com idade entre 6 e 12 anos e os seus pais ou cuidadores. A intervenção consistirá em terapia com uso de jogos de videogame WII e X-BOX durante quatro semanas sendo cada sessão de uma hora por três vezes na semana. Antes de iniciar a intervenção cada participante será classificado no Sistema de Classificação Motora Grossa (GMGCS), no Sistema de Classificação da Habilidade Manual (MACS), na Escala de Mobilidade Funcional (FMS) e avaliada a habilidade motora grossa (GMFM). Os pais ou cuidadores responderão os questionários: (a) KIDSCREEN, (b) PEM-CY e (c) CPQOL-Child versão para cuidadores. Após o programa de intervenção com realidade virtual as crianças serão novamente avaliadas com a GMFM e os pais responderão novamente os questionários de qualidade de vida e participação. Hipótese: O uso do videogame de forma sistematizada possibilite uma melhora na participação em diferentes contextos e na qualidade de vida de crianças com paralisia cerebral em idade escolar.

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