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Elites, profissionalização e patronagem partidária no Brasil

Processo: 13/22394-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2013
Vigência (Término): 31 de outubro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política
Pesquisador responsável:Pedro José Floriano Ribeiro
Beneficiário:Brina Deponte Leveguen
Instituição Sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:12/05132-0 - Estado, partidos políticos e sociedade no Brasil Contemporâneo, AP.JP
Assunto(s):Partidos políticos   Administração pública
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:elites políticas | Partidos Políticos | Patronagem | Partidos Políticos

Resumo

O Estado brasileiro atualmente oferece às legendas amplos espaços para o sustento e formação de seus militantes e apoiadores, e para a obtenção de outros recursos organizativos importantes, por meio de mecanismos de patronagem partidária. Somente o governo federal possui cerca de 21 mil cargos de livre nomeação, espalhados por todo o país (Praça et al., 2012). A ocupação partidária regular de espaços específicos da máquina pública possibilita aos partidos a formação de feudos políticos na administração, contribuindo de modo decisivo para seu fortalecimento organizativo e eleitoral. O trabalho deste bolsista auxiliará na análise sistemática e exaustiva desse fenômeno no Brasil. O recorte envolve os seis maiores partidos do país (PSB, PT, PSDB, PMDB, PP e PFL/DEM), e os cargos mais proeminentes da administração pública federal (os cargos Direção e Assessoramento Superior - DAS). O principal desafio é mensurar a presença de filiados aos partidos políticos nos postos mais importantes da administração pública brasileira.

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