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Avaliação da resistência de união da resina composta ao esmalte desmineralizado submetido à remineralização e infiltração de cárie

Processo: 13/11745-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2013
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:César Rogerio Pucci
Beneficiário:Ana Júlia Farias de Lacerda
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Resistência de união (odontologia)   Resinas compostas   Esmalte dentário   Desmineralização do dente
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Desmineralização | esmalte | resina composta | Dentística

Resumo

Este trabalho tem como objetivo avaliar a resistência de união entre a resina composta e diferentes substratos de esmalte: (1) esmalte hígido, (2) esmalte (desmineralizado) com lesão de cárie artificial inicial, (3) esmalte (desmineralizado) remineralizado com saliva, (4) esmalte (desmineralizado) remineralizado com flúor e (5) esmalte (desmineralizado) infiltrado com Icon (DMG). Serão utilizados 240 dentes (n = 12) bovinos extraídos, limpos e armazenados em solução de timol até a utilização. O esmalte vestibular das coroas não será removido, apenas padronizado com lixa 600 em politriz circular. Após a padronização, os espécimes serão divididos em dois grupos A e B. Grupo A (n=48) será o grupo controle e não receberá nenhum tratamento, apenas os procedimentos adesivos e restauradores para posterior teste de microtação. O Grupo B (n=192), será submetido ao tratamento de desmineralização, onde os corpos de prova permaneceram imersos em solução desmineralizadora por 32 horas a fim de produzir lesões subsuperficiais de cárie artificial. Esse grupo será subdividido em 4 subgrupos de acordo com os diferentes tratamentos pós desmineralização. No grupo B1, os corpos de prova serão desmineralizados pela metodologia descrita a seguir e não serão submetidos a nenhum tratamento remineralizador. No grupo B2, os corpos de prova ficarão imersos durante 8 semanas em saliva artificial preparada pelo método de Gohring10, a solução de saliva será trocada todos os dias. No grupo B3, os corpos de prova serão imersos em solução de fluoreto 0,05% durante 1 minuto diariamente por 8 semanas. Após a imersão em flúor os CP serão lavados com água deionizada e imersos em saliva artificial. No grupo B4, os corpos de prova serão infiltrados com material resinoso (Icon - DMG). Nas superfícies de esmalte com os diferentes tratamentos, será aplicado sistema adesivo Clearfil S3 Bond Plus (Kuraray Medical Inc.) e Single Bond Universal (3M ESPE) de acordo com a indicação do fabricante e inserida a resina composta Filtek Z 350 XT(3M-Espe, USA) em incrementos oblíquos de 2 mm, conforme recomendação do fabricante. Em razão de uma avaliação que simule as condições presentes no meio bucal os espécimes serão submetidos a ciclagem térmica por meio da máquina ER 26000 (Erios, Brasil). Os grupos serão divididos em 2 grupos: ciclados e não ciclados. No grupo ciclado será realizada a ciclagem térmica em 3 cubas para banho frio (2ºC e 5ºC), quente (50ºC e 55ºC) e intermediário(37°C ± 2°C), com o tempo de permanência dos espécimes em cada banho de 30 segundos, e o grupo não ciclado será apenas armazenado durante 24hs. Os espécimes serão seccionados com o auxílio da Labcut 1010 (Extec, USA) em prismas de secção quadrangular com dimensões aproximadas de 1mm² de base por 10 mm de comprimento, os quais serão submetidos ao teste de microtração na máquina de ensaios universais DL-1000 (EMIC, Brasil). Os dados obtidos serão submetidos à ANOVA e ao Teste de Tukey (±= 1%). (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
LACERDA, Ana Júlia Farias de. Avaliação da resistência de união da resina composta ao esmalte desmineralizado submetido à remineralização e infiltração resinosa de lesão de cárie. 2015. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Ciência e Tecnologia. São José dos Campos São José dos Campos.

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