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Atividade de LPS-desfosforilase da fosfatase alcalina intestinal de frangos de corte

Processo: 13/14773-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Enzimologia
Pesquisador responsável:João Martins Pizauro Junior
Beneficiário:Gabriella Cavazzini Pavarina
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Enzimas digestivas   Resposta inflamatória   Lipopolissacarídeos   Fosfatase alcalina   Virulência   Frangos de corte

Resumo

As fosfatases são fosfomonohidrolases vastamente distribuídas entre os organismos vivos, sendo encontradas em micro-organismos, animais e vegetais. Elas são divididas em três grupos principais, de acordo com o pH de atuação, em ácidas, alcalinas e proteínas fosfatases. A fosfatase alcalina normalmente está associada à membrana e distribuída em quase todos os tecidos, porém sua maior atividade é encontrada no epitélio intestinal, túbulos renais, osteoblastos, fígado e placenta. O trato gastrointestinal de animais é colonizado pela microbiota primordial, que juntamente com a matriz de células, um sistema imune completo e micro-organismos colonizadores, protegem a mucosa intestinal. Existem também bactérias indígenas presentes na microbiota que são gram-negativas, apresentando membrana externa composta por moléculas de lipopolissacarídeos. Essas bactérias indígenas estão presentes no intestino e são responsáveis pela produção de elevados níveis de LPS, os quais têm potencial para desencadear respostas inflamatórias e infecções bacterianas. Estudos sugerem que existe uma função da fosfatase alcalina intestinal relacionada à destruição da toxicidade dos lipopolissacarídeos. A destruição da toxicidade responsável pela virulência das bactérias intestinais representa um ponto importante para os estudos, sugerindo a possibilidade de um novo papel fisiológico da enzima, através da desfosforilação do glicofosfolipídeo, participando dos mecanismos que previnem a patogenicidade das bactérias gram-negativas. Essa função é apoiada, também, pelo fato do LPS, na sua forma desfosforilada, não apresentar toxidez. Serão obtidas amostras de aproximadamente 20 centímetros do jejuno (correspondendo à porção do intestino delgado posterior a alça duodenal e anterior ao divertículo de Meckel). Em seguida, serão abertas longitudinalmente, grampeadas pelas extremidades sobre papelão e a mucosa será lavada com solução salina tamponada (pH 7,4) a 4º C. Em seguida, a mucosa será raspada com auxílio de uma lâmina metálica esterilizada e o material obtido será envolvido em papel alumínio, congelado em nitrogênio líquido e conservado em freezer a ¿ 70ºC para posterior processamento laboratorial. O projeto tem por objetivo analisar a atividade LPS-desfosforilase alcalina intestinal em frangos de corte Cobb-500.

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