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Incidência de colonização e infecção por micro-organismos gram-negativos e gram-positivos em unidade de terapia intensiva neonatal

Processo: 13/12482-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Maria de Lourdes Ribeiro de Souza da Cunha
Beneficiário:Thaís Alves Barbosa
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Bacteriologia   Staphylococcus   Colonização
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:colonização | infecção neonatal | Micro-organismos Gram-negativos | Micro-organismos Gram-positivos | Staphylococcus spp | UTI-neonatal | Bacteriologia

Resumo

A necessidade de permanência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) simboliza um dos principais fatores desencadeantes de colonização e infecção por micro-organismos gram-positivos e gram-negativos. Sabe-se que logo após o nascimento, inicia-se a colonização bacteriana do neonato pelo contato com a microbiota materna, dos profissionais de saúde ou a partir da exposição ambiental. Recém-nascidos que permanecem sobre tratamento intensivo possuem predisposição aumentada para infecção posteriormente à colonização. Diversos fatores de risco contribuem para o desenvolvimento de infecções ocasionadas por patógenos multirresistentes na população neonatal, dentre os quais a imaturidade do sistema imunológico, procedimentos cirúrgicos, dispositivos invasivos e ventilação mecânica. Desta forma, as infecções na população neonatal são habitualmente mais críticas do que em qualquer outra fase da vida. A maior sobrevida e o prolongamento do período de internação dos neonatos têm proporcionado uma elevação nas taxas de infecções, principalmente em UTINs. Sendo assim, objetiva-se no presente estudo avaliar amostras de micro-organismos gram-negativos e gram-positivos isoladas dos sítios nasal, umbilical e axilar de neonatos da UTIN pertencentes ao Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina de Botucatu (FMB) visando determinar a incidência de colonização e infecção, etiologia das infecções, fatores de rico para colonização e infecção, perfil de resistência antimicrobiana e pesquisa de clones prevalentes na unidade. Para tanto, serão incluídos no estudo todos os neonatos admitidos na UTIN por um período de um ano e assim coletadas amostras por meio de swabs estéreis dos sítios nasal, umbilical e axilar e acompanhamento do recém-nascido até o desfecho final (alta da UTI ou óbito). Micro-organismos isolados serão submetidos à identificação e ao teste de sensibilidade às drogas antimicrobianas para a determinação da concentração inibitória mínima (CIM) pela técnica de E-test. Dentre os Staphylococcus spp. que apresentarem resistência a meticilina será determinado o tipo de SCCmec. Para a pesquisa de clones prevalentes na unidade, será realizada a caracterização dos clusters pela técnica de eletroforese em gel de campo pulsado (PFGE).

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
BARBOSA, Thaís Alves. Epidemiologia da colonização e infecção microbiana em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: abordagem clínica e molecular. 2016. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Faculdade de Medicina. Botucatu Botucatu.

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