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Influência das consoantes de alta e baixa pressão intraoral sobre a nasalidade e nasalância da fala

Processo: 13/02391-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Ana Paula Fukushiro
Beneficiário:Flávia Ferlin
Instituição Sede: Hospital de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (HRAC). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Insuficiência velofaríngea   Fala   Fissura palatina
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Fala | Fissura Palatina | Insuficiência velofaríngea | Nasometria | Fala/Motricidade Orofacial

Resumo

Dentre os métodos objetivos para o diagnóstico da hipernasalidade na presença da fissura palatina, a nasometria tem se mostrado um método eficaz e de boa correlação com a avaliação perceptiva. Objetivo: Verificar a nasalidade e a nasalância da fala entre estímulos de alta e baixa pressão intraoral, em indivíduos com fissura labiopalatina reparada. Material e Método: Este estudo prospectivo será desenvolvido no Laboratório de Fisiologia do HRAC-USP (aprovado sob o Processo nº 207.008). Serão avaliados 44 sujeitos com fissura de palato±lábio previamente reparada, ambos os sexos e idade a partir de 6 anos, regularmente matriculados na instituição. Os indivíduos serão submetidos à nasometria e à gravação dos registros de fala, simultânea. As amostras de fala serão compostas por dois conjuntos de cinco sentenças cada. Um conjunto constará predominantemente de consoantes orais de alta pressão e o outro, exclusivamente de consoantes orais de baixa pressão intraoral. Para o cálculo da nasalância será utilizada a razão numérica entre a energia acústica nasal e a energia acústica total (nasal e oral) multiplicada por 100 (%). As amostras de fala serão gravadas em dispositivo de memória portátil para a análise do aspecto hipernasalidade por três examinadores experientes, a fim de se classificar a hipernasalidade para cada um dos sujeitos, de acordo com uma escala de 4 pontos. Os valores de nasalância obtidos para os dois estímulos de fala serão comparados por meio do Teste "t" pareado e Teste de Wilcoxon para verificação da nasalidade (p<0,05). A concordância entre os examinadores será verificada por meio do Coeficiente de Kappa e o Teste de Correlação de Spearman para correlacionar os escores de nasalância e hipernasalidade.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
FLÁVIA FERLIN; RENATA PACIELLO YAMASHITA; ANA PAULA FUKUSHIRO. Influência das consoantes de alta e baixa pressão intraoral sobre a nasalidade e nasalância da fala em pacientes com fissura de palato reparada. Audiol., Commun. Res., v. 22, . (13/02391-7)
Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
FERLIN, Flávia. Influência das consoantes de alta e baixa pressão intraoral sobre a nasalidade e nasalância da fala. 2014. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/SDB) Bauru.

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