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Comparação do impacto da hospitalização nas forças musculares respiratória e periférica e na funcionalidade em portadores de Câncer e em portadores de doenças benignas não restritos ao leito

Processo: 13/12022-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Adriana Claudia Lunardi
Beneficiário:Bárbara Cristina Tagliaferro Avino
Instituição-sede: Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão. Universidade Cidade de São Paulo (UNICID). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fisioterapia   Neoplasias   Força muscular   Funcionalidade   Hospitalização   Paciente oncológico   Relatos de casos   Estudos prospectivos

Resumo

Objetivo: comparar o impacto da hospitalização nas forças musculares periférica e respiratória, e na funcionalidade de pacientes portadores de câncer e portadores de doenças benignas não restritos ao leito. Métodos: este estudo de caso-controle prospectivo avaliará a força dos músculos respiratórios e periféricos, e a funcionalidade em 60 pacientes consecutivos (30 portadores de câncer e 30 portadores de doença benigna, pareados por idade) sem restrição ao leito. Todos os pacientes serão avaliados até 24h depois da internação quanto à sua história clínica, hábitos (atividade física) e vícios (tabagismo e etilismo). Neste mesmo dia e após7(sete) dias de internação hospitalar, as funções pulmonares (pela espirometria), força muscular respiratória (pela manovacuometria), força muscular periférica (pela dinamometria) e funcionalidade (pelo índice de Barthel) serão avaliadas. Após análise descritiva e de normalidade, a comparação entre os grupos será feita pelo teste t ou Mann-Whitney dependendo da distribuição dos dados. O nível de significância será ajustado para 5%. Resultados esperados: o câncer desencadeia alterações nutricionais, de fraqueza muscular, fadiga e déficit funcionais já conhecidos, porém, a hospitalização também causa alterações semelhantes em qualquer tipo de paciente que fique internado por pelo menos 5 dias. Nossa hipótese é que, em pacientes oncológicos, a perda de força muscular e da funcionalidade seja mais acentuada do que acontece em pacientes portadores de doenças benignas hospitalizados por 7 dias, sem prescrição de restrição ao leito. (AU)

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