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Comparação da microscopia digital com a microscopia de luz convencional na gradação da displasia epitelial bucal

Processo: 13/07226-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Jacks Jorge Junior
Beneficiário:Ledyane da Silva Mafra
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia   Células epiteliais   Microscopia   Estudo comparativo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bucal | displasia epitelial | gradação | Microscopia Convencional | Microscopia Digital | Variabilidade Intra e Interobservadores | Patologia

Resumo

Sabe-se que a transição da mucosa normal para um carcinoma invasivo é um processo complexo, de múltiplas etapas e com etiologia multifatorial, onde as Lesões Potencialmente Malignas (LPMs) são de extrema importância, sendo a leucoplasia bucal (LB) a principal representante destas lesões. A displasia epitelial é considerada como o principal fator de risco para malignização da LB, porém a padronização e reprodutibilidade dos métodos de gradação apresentam-se sempre contraditórios, provavelmente devido ao aspecto subjetivo inerente no processo. Em nosso conhecimento, ainda não há estudos que busquem comparar a microscopia digital com a microscopia convencional na gradação das displasias epiteliais bucais. Assim, este estudo tem como objetivo comparar a eficiência e acurácia da microscopia digital com a microscopia de luz convencional na gradação da displasia epitelial bucal, utilizando-se do sistema de gradação proposto pela OMS. Para tal, dois observadores farão a seleção de casos que devem entrar no estudo, porém não participarão da analise subsequente. Serão separados de 10 a 15 casos por classificação, onde serão submetidos a três observadores utilizando-se de uma ferramenta microscópica por vez, separadas por intervalos de 30-40 dias. Este processo será repetido duas vezes, onde inicialmente as análises serão realizadas pela microscopia de luz convencional, seguidas pela microscopia digital. Serão comparadas as variações intra e interobservadores na gradação das displasias e o tempo utilizado pelos mesmos. As comparações serão efetuadas intra e interferramentas. A microscopia que apresentar melhor eficácia e acurácia será testada com os mesmo casos e observadores, porém sendo oferecidos dados e imagens clínicas correspondentes, para avaliar se estes dados têm influência nos resultados.

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