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Caracterização do modelo de estresse de derrota social em camundongos e sua influência sobre os efeitos reforçadores do etanol: envolvimento da corticosterona

Processo: 13/01342-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Isabel Marian Hartmann de Quadros
Beneficiário:Gleice Midori Morita
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Comportamento social animal   Alcoolismo   Ansiedade   Depressão   Labirinto em cruz elevado   Camundongos

Resumo

A derrota social crônica tem sido proposta como um modelo animal de estresse social que produz um fenótipo comportamental associado à depressão, incluindo sinais de anedonia, desamparo comportamental e prejuízos na interação social. O presente estudo irá validar este modelo usando camundongos suíços albinos, e avaliando diversos comportamentos do fenótipo do tipo depressivo. Também dosaremos corticosterona, um hormônio do estresse cujos níveis encontram-se elevados na depressão. Por fim, como alguns agentes estressores promovem um aumento da vulnerabilidade para a dependência de drogas, avaliaremos se a exposição crônica ao estresse de derrota social aumenta a preferência ao álcool (etanol). Para isso, usaremos camundongos suíços albinos machos, que serão derrotados diariamente durante 10 dias (grupo estresse). Depois de cada derrota, o animal derrotado permanecerá coabitando com o residente agressor, separados por uma divisória perfurada, que permite contato sensorial entre os animais. No dia seguinte, será derrotado por um novo residente agressor, e assim sucessivamente, até completarem os 10 dias do procedimento. Outro grupo de camundongos será usado como controle, e passarão 10 dias coabitando na gaiola com outro animal não-agressivo (com a divisória). No Experimento 1, os animais serão testados no consumo voluntário de uma solução de sacarose antes, durante e depois dos 10 dias de derrota social, e também serão testados no teste do nado forçado (após 7-10 dias da última derrota). No Experimento 2, serão coletadas amostras de sangue para dosagem de corticosterona antes, durante e depois do protocolo de derrota social, e os animais serão testados no labirinto em cruz elevado e no teste de interação (7 e 12 dias após a última derrota, respectivamente). Por fim, no Experimento 3 os animais experimentais passarão pelo protocolo de derrota social, e depois de 7 dias serão testados no condicionamento de preferência ao lugar induzido pelo etanol. (AU)

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