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Avaliação do potencial terapêutico de células-tronco mesenquimais murinas em camundongos com adenocarcinoma mamário

Processo: 13/00337-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Tatiana Jazedje da Costa Silva
Beneficiário:Aline Lopes Ribeiro
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/51648-5 - Células-tronco mesenquimais humanas do aparelho reprodutor feminino como vetores na terapia celular: avaliação da migração e do efeito de células expressando a IL-12 murina no modelo de melanoma e carcinoma, AP.JP
Assunto(s):Células-tronco   Neoplasias mamárias
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Adenocarcinoma mamário | Células-tronco | Imunologia do cancer | Células-tronco

Resumo

Nos últimos anos, a importância do microambiente tumoral na progressão dos tumores tem sido melhor esclarecida e, consequentemente, tem-se buscado novos meios de manipulá-lo a fim de impedir ou diminuir a evolução do câncer. As células-tronco mesenquimais (CTMs) têm emergido como uma interessante estratégia para alcançar as células cancerosas. Trata-se de células multipotentes, com a habilidade de se direcionar para sítios com sinais de inflamação. Essas e outras propriedades demonstram que essas células podem ser bastante úteis para propósitos terapêuticos. O efeito causado pelas CTMs sobre as células tumorais ainda não é um consenso entre os trabalhos já realizados. Estudos tanto in vivo quanto in vitro sugerem uma atividade antitumoral intrínseca dessas células. Entretanto, de forma contrária, outros mostram que causam aumento do tumor quando há esta interação. Este trabalho terá como objetivo auxiliar na compreensão do papel das CTMs no desenvolvimento do câncer. Para tanto, pretende-se observar alterações ocorridas no microambiente tumoral por meio da identificação das citocinas liberadas ao meio durante o contato das CTMs murinas com as células tumorais de adenocarcinoma murino (linhagem 4T1), realizando testes in vitro e in vivo. Acredita-se que os resultados deste estudo irão contribuir para melhor elucidar a relação entre as CTMs e as células tumorais, confirmando ou não a possibilidade de uma futura aplicação em terapias anticâncer. (AU)

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