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Co-cultura das plaquetas obtidas de doadores de sangue com linhagens de células de Leucemia Linfoblástica Aguda

Processo: 12/23358-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2013
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Estela Maria Novak
Beneficiário:Victor Ligori Figueiredo
Instituição-sede: Hemocentro de São Paulo. Fundação Pró-Sangue. Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Leucemia-linfoma linfoblástico de células precursoras   Plaquetas sanguíneas   Proliferação celular   Fatores de crescimento do endotélio vascular   Progressão da doença   Imunomodulação   Angiogênese

Resumo

A administração de intensiva quimioterapia na fase da terapia de indução de remissão em crianças diagnosticadas com Leucemia Linfoblástica Aguda na infância (LLA), inclui vários agentes com diferentes mecanismos de ação. Estas drogas causam significantes distúrbios na hematopoiese como trombocitopenia. A contribuição das plaquetas nesta fase pode ser significativa, uma vez que proporcionam uma superfície de membrana abundante em fosfolípidios pró-coagulação. Além disto, quando as plaquetas se tornam ativas, expõem receptores específicos com uma afinidade maior para os fatores de coagulação V, VIII,IX e X. Entretanto, alguns estudos mostram que as inúmeras transfusões de sangue a que são submetidos estes paciente, resulta em um fenômeno que reflete a baixa taxa de sobrevida. Estes estudos atribuem este índice de mortalidade a imunomodulação causada pela exposição a produtos derivados do sangue (Jaime-Perez ,2011). Outros estudos, porém, associam o aumento das proteínas angiogênicas como VEGF, TGF beta e PDGF à progressão da LLA com diminuição da sobrevida destes pacientes. Sob este aspecto, estes estudos demonstraram que quando as plaquetas estão ativadas liberam os fatores de crescimento angiogênicos (VEGF, TGFbeta e PDGF) armazenados nos seus grânulos a. Nos processos de coleta e de estocagem das plaquetas no banco de sangue, as plaquetas são expostas a vários estímulos mecânicos que podem levar à sua ativação. Os nossos resultados preliminares mostraram que o maior tempo de armazenamento do concentrado de plaquetas (5 dias) no banco de sangue contribui para uma maior liberação do VEGF para o plasma, enquanto que as plaquetas armazenadas durante 1 dia após a coleta, a maior concentração de VEGF se restringiu aos grânulos alfa no interior da plaqueta. Neste estudo será observado o efeito da liberação das proteínas VEGF, PDGF e TGF-beta no primeiro, terceiro e quinto dia de armazenamento no banco de sangue na proliferação e a angiogêneses das células Jurkat (leucêmia linfoblástica aguda), e o quanto os fatores de crescimento angiogênicos localizados nos grânulos alfa podem afetar a angiogênese e a proliferação destas células tumorais.(AU)

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