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Participação do sulfeto de hidrogênio na nocicepção orofacial em ratos

Processo: 12/12634-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Christie Ramos Andrade Leite Panissi
Beneficiário:Leopoldo Ulian Azevedo
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia   Inflamação   Dor facial   Sulfeto de hidrogênio   Pré-tratamento   Medição da dor   Nociceptividade

Resumo

Os estudos de moléculas gasosas sinalizadoras fizeram um grande progresso ao longo das últimas décadas. O sulfeto de hidrogênio (ou sulfureto de hidrogênio) tem sido considerado um neuromodulador/neurotransmissor gasoso, semelhante ao óxido nítrico e ao monóxido de carbono. O H2S foi inicialmente demonstrado como molécula sinalizadora, possivelmente com função neuromoduladora. Apesar dos mecanismos de liberação não serem ainda totalmente compreendidos, este pode ser produzido por reações enzimáticas e imediatamente liberado após a sua produção. A principal via metabólica de produção do H2S tem como precursor o aminoácido cisteína. Três enzimas participam desta via: Cistationina beta-sintase (CBS), Cistationina gama-liase (CSE) e 3-mercaptopiruvato enxofre transferase (3MST). A CSE é descrita com distribuição predominante em tecidos periféricos, apesar disso, há relatos da expressão de CSE no encéfalo em uma proporção de 30 vezes menor do que a CBS. Algumas evidencias apontam para um efeito pró-nociceptivo do H2S. Neste trabalho será avaliado se o sulfeto de hidrogênio está envolvido na resposta nociceptiva orofacial, utilizando o teste de formalina orofacial em ratos, considerando: avaliar se o pré-tratamento com diferentes concentrações do inibidor da enzima Cistationina gama-liase (CSE) promove alteração do comportamento nociceptivo observado no teste da formalina orofacial em ratos; avaliar se a administração de um doador de H2S, NaHS, em diferentes concentrações, altera a resposta nociceptiva do teste de formalina orofacial em ratos. Para o estudo do envolvimento periférico local do H2S na nocicepção, os fármacos serão injetados em intervalos preestabelecidos antes do início do teste da formalina.(AU)

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