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Controle da postura sentada de crianças com Paralisia cerebral: validade concorrente da Trunk Impairment Scale (TIS)

Processo: 12/09986-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Nelci Adriana Cicuto Ferreira Rocha
Beneficiário:Davi Adiwardana Maeda
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Neuropediatria   Paralisia cerebral   Acidente vascular cerebral   Controle postural   Postura sentada   Crianças   Regressão logística   Escalas (psicometria)
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Controle Postural | Plataforma de força | Neuropediatria

Resumo

Sabe-se da importância da avaliação do controle postural em crianças com Paralisia Cerebral (PC), inclusive avaliações na postura sentada, como meio de identificar as características de alinhamento de tronco e dos segmentos corporais e manutenção na postura , bem como, as mudanças como resultados de tratamentos. As plataformas de força oferecem os dados confiáveis de controle postural, no entanto esses equipamentos são de alto custo e pouco portáteis. Assim, desenvolveram a Trunk Impairment Scale (TIS), que originalmente foi criada para avaliar o desempenho de controle do tronco em pacientes hemiplégicos pós acidente vascular cerebral. Recentemente essa escala ganhou confiabilidade inter-observador e intra-observador quando utilizada em crianças com PC. No entanto, não há na literatura estudos sobre sua validade na avaliação de crianças com PC. Sendo assim, o objetivo do presente estudo é investigar a validade concorrente da Trunk Impairment Scale em 21 crianças diagnosticadas com paralisia cerebral de níveis GMFCS de I a III comparando os resultados com os padrões-ouro que são a plataforma de força e a dimensão sentada da Gross Motor Function Measure (GMFM). Para a obtenção dos escores da TIS será necessário avaliar 21 crianças em 17 atividades reordenadas em sub-escalas de equilíbrio estático, equilíbrio dinâmico e coordenação. A dimensão sentada da GMFM é composta de 20 itens de avaliação e soma-se os escores de cada item. Para a plataforma de força, serão realizadas três coletas de 20 segundos com a criança sentada sobre a mesma, sem apoio de pés, de olhos abertos, fixos a um brinquedo à altura dos olhos, com um período de descanso de 120 segundos entre cada uma delas. As variáveis analisadas serão: amplitude, área de oscilação e velocidade do centro de pressão. Os resultados descritivos serão obtidos por meio do cálculo de média e desvio padrão. Para o estudo de correlação entre as variáveis quantitativas do controle postural e os escores da TIS e GMFM, serão utilizados coeficientes de correlação e testes de regressão logística a fim de verificar a coerência entre os resultados trazidos pela avaliação com as escalas e a plataforma de força. Assim espera uma relação positiva entre os escores finais da TIS e GMFM, e uma relação negativa do escore final da TIS e o resultado da plataforma de força. Pois quanto maiores os escores da TIS e GMFM e menores os resultados da plataforma de força, melhor é o controle postural da criança.(AU)

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