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Avaliação da composição corporal e densidade mineral óssea de usuárias de acetato de medroxiprogesterona de depósito

Processo: 12/05828-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Luis Guillermo Bahamondes
Beneficiário:Waleska Oliveira Modesto
Supervisor no Exterior: Kristina Gemzell Danielsson
Instituição-sede: Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM). Hospital da Mulher Professor Doutor José Aristodemo Pinotti. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa: Karolinska Institutet, Suécia  
Vinculado à bolsa:11/01554-4 - Composição corporal e densidade mineral óssea de usuárias de acetato de medroxiprogesterona de depósito comparado ao dispositivo intrauterino diu tcu380a, BP.DR
Assunto(s):Medroxiprogesterona

Resumo

Introdução: O Acetato de Medroxiprogesterona de deposito (AMP-D) tem sido usadopor muito tempo como contraceptivo. Na literatura existem numerosos estudoscorrelacionando o uso do AMP-D e avaliação da densidade mineral óssea (DMO). Estesestudos apontaram diminuição da DMO nos primeiros anos de uso, além do ganho depeso, porém, não foram identificados estudos que avaliem as formas de diminuir osefeitos adversos provocados pelo uso da AMP-D. O estilo de vida, com uma dieta ricaem cálcio e orientações de banho de sol para produção de vitamina D, associada àprática de atividade física de impacto, são métodos comprovados para reduzir a perda daDMO. No entanto, ainda existem poucos dados de recomendações para mulheresusuárias de métodos contraceptivos. Desta forma, este projeto se propõe a avaliar aDMO de usuárias de diferentes estilo de vidas, visando estabelecer métodos de diminuiros efeitos adversos provocados pelo uso contínuo a longo prazo da AMP-D. O estágioproposto no exterior, no centro colaborador de pesquisa em saúde reprodutiva daOrganização Mundial de saúde (OMS), Instituto Karolinska na Suécia é uma extensãodo projeto de pesquisa já aprovado e financiado pela FAPESP/PPSUS n° 09/53293-0. (AU)

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