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A guerra civil libanesa sob a perspectiva da revista Veja

Processo: 11/20525-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2012
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História Moderna e Contemporânea
Pesquisador responsável:Samira Adel Osman
Beneficiário:Bruno Tadeu Novato Resende
Instituição Sede: Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Guarulhos. Guarulhos , SP, Brasil
Assunto(s):História moderna   Guerra civil   Sistemas políticos   Imprensa   Revistas   Perspectiva
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Guerra Civil Libanesa | História do Líbano | Imprensa | Oriente Médio | revista Veja | Sistema político libanês | História do Oriente Médio

Resumo

A guerra civil libanesa, ocorrida entre 1975 e 1990, é resultado de uma política fracassada de divisão de poderes entre diferentes grupos confessionais, os cristãos maronitas, os drusos e os muçulmanos, promovida ainda nos tempos em que o Líbano era uma província do Império Turco Otomano e, de forma indireta, no contexto mundial da Guerra Fria, e regional com a criação do estado Israel em 1948. Essa guerra foi marcada pela presença de milícias, representantes dos partidos ligados aos principais grupos religiosos do país, pela instabilidade de suas alianças, pela invasão israelense em 1978 e em 1982, visando à erradicação de uma dessas milícias, a OLP, e ainda pela regularidade dos massacres, a qual podemos exemplificar através dos episódios de Karantina e Sabra e Shatila e pela destruição da capital do Líbano, Beirute. Buscaremos considerar como a Revista Veja, revista periódica de maior alcance e circulação no Brasil, analisou o conflito e qual panorama foi oferecido aos leitores a partir dessa análise. Pretende-se considerar sobre as opiniões do periódico sobre a guerra civil, em relação aos motivos do seu início, as políticas de alianças entre as milícias envolvidas, a intervenção israelense em 1978 e posteriormente em 1982, o massacre de Sabra e Shatila. Outra abordagem será como a revista tratou o termino da guerra no final da década de 1980, cujo principal legado foi a situação desoladora dos libaneses e da capital do país Beirute e mais de uma década depois, qual foi o juízo da Revista sobre a invasão israelense em 2006 e sobre a situação do sistema político do Líbano pós-guerra civil.(AU)

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