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Análise filogenética de Xenoanura com base em dados moleculares e morfológicos enfatizando os representantes neotropicais da família Pipidae (Amphibia: Anura)

Processo: 12/04443-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia
Pesquisador responsável:Célio Fernando Baptista Haddad
Beneficiário:Olivia Gabriela dos Santos Araújo
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):12/20754-7 - Análise morfológica e ontogenética dos Xenoanuros da coleção herpetológica do museu de história natural da universidade do Kansas (Ku) - Lawrence, Kansas, EUA, BE.EP.DR
Assunto(s):Filogenia   Morfologia animal   Ontogenia
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Filogenia | Molecular | Morfologia | Ontogenia | Pipa | Xenoanura | Filogenia morfológica e molecular

Resumo

O grupo Xenoanura é composto por 34 espécies viventes, que estão subdivididas em duas famílias: uma espécie da família monotípica fossorial Rhinophrynidae e as espécies aquáticas da família Pipidae (33 espécies agrupadas em 5 gêneros). Xenoanura também inclui um rico registro fóssil, que fornece evidências que podem servir para a construção da hipótese de padrão de diversificação do grupo. Os representantes atuais da família Pipidae estão na África ao sul do Saara (gêneros Hymenochirus, Pseudhymenochirus, Silurana e Xenopus) e na região Neotropical, da América Central e do Sul (gênero Pipa). Pipa inclui um conjunto de espécies onde as fêmeas incubam os ovos no dorso. Em algumas espécies a eclosão ocorre relativamente cedo dando origem a um girino de vida livre como em muitos outros anfíbios (desenvolvimento indireto), enquanto que em outras espécies a larva sofre a metamorfose completamente dentro do dorso da mãe (desenvolvimento direto). Hipóteses de relações filogenéticas disponíveis para estes anuros ainda não chegaram a um consenso, pois autores diferentes, analisando conjuntos de dados distintos, chegaram a resultados contraditórios. Este projeto visa investigar um pouco mais as evidências disponíveis, gerar dados adicionais, tanto a partir da análise molecular como morfológica (incluindo dados de desenvolvimento) e propor uma hipótese que nos permita, não só explicar melhor o padrão de relações entre os táxons envolvidos, mas também servir como referência para a investigação de possíveis problemas com as propostas iniciais. A hipótese filogenética formulada aqui, também nos permitirá compreender melhor a evolução da morfologia e comportamento desse grupo, além de que poderá nos permitir compreender o impacto de dados morfológicos larvais e fósseis sobre o conjunto de diversos outros dados analisados em reconstruções filogenéticas. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ARAUJO, O. G. S.; PUGENER, L. A.; HADDAD, C. F. B.; DA SILVA, H. R.. Morphology and development of the hyolaryngeal apparatus of Pipa arrabali (Anura: Pipidae). ZOOLOGISCHER ANZEIGER, v. 269, p. 78-88, . (12/04443-1, 08/50928-1, 13/50741-7)
ARAUJO, OLIVIA G. S.; HADDAD, CELIO F. B.; DA SILVA, HELIO R.; PUGENER, LOURDES A.. A simplified table for staging embryos of the pipid frog Pipa arrabali. Anais da Academia Brasileira de Ciências, v. 88, n. 3, S, p. 1875-1887, . (12/04443-1, 13/50741-7, 08/50928-1)

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