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Estudo da miostatina pela técnica de PCR, no modelo canino de distrofia muscular (GRMD) em tratamento com multi-fármacos

Processo: 11/14600-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Maria Angelica Miglino
Beneficiário:Samira Silva Souto
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Distrofia muscular   Distrofia muscular de Duchenne   Fibras musculares esqueléticas   Losartan   Miostatina   Modelos animais de doenças
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Diltiazen | Distrofia Muscular | Grmd | losartan | Miostatina | Sildenafil | Clínica

Resumo

A Distrofia Muscular de Duchenne é uma anomalia genética ligada ao cromossomo X, causada devido a uma ausência de distrofina que acometem humanos. Esta ausência resulta em um desequilíbrio do complexo protéico resultando em fibras musculares mais fracas que sofrem degeneração progressiva. A Distrofia Muscular dos cães Golden Retriever (GRMD) é geneticamente homóloga à distrofia de humanos, por isso estes cães são utilizados como modelo para estudos desta patologia que ainda não possui cura. A miostatina é um importante inibidor do crescimento muscular esquelético no desenvolvimento adulto e embrionário e será utilizada como marcador para este estudo no qual serão testados sete fármacos conjuntamente. Sendo eles: Sildenafil, que aumenta o óxido nítrico; ácido ursodesoxicólico, como antiinflamatório; acetilcisteína, como antioxidante; losartan, antifibrótico e cardioprotetor; micofelato mofetil, como imunossupressor; talidomida, como antiTNF e diltiazen como bloqueador dos canais de cálcio, com o propósito de tratar os efeitos que a distrofia muscular causa. Este estudo visa estudar a eficiência destes multi-fármacos em cães do modelo GRMD pela presença da miostatina na musculatura esquelética distrófica, observada pela técnica de PCR, analisando esse tratamento farmacológico em cães afetados pela distrofia muscular em comparação com cães normais.

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