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Estresse oxidativo, comportamento e modificações epigenéticas em modelo animal de hiper-homocisteinemia

Processo: 11/15699-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2012
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Vânia D'Almeida
Beneficiário:Marina Mastelaro de Rezende
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Epigênese genética   Hiper-homocisteinemia   Comportamento animal   Estresse oxidativo   Espécies de oxigênio reativas   Camundongos

Resumo

O aumento de homocisteína plasmática parece não só ser um fator de risco para doenças cardiovasculares, como também neuropsiquiátricas e cognitivas. Entre os mecanismos responsáveis podemos citar alterações bioquímicas secundárias que estariam envolvidas nesses processos. O equilíbrio no balanço redox está entre essas alterações, já que a própria homocisteína tem a característica de se oxidar e com isso, propiciar uma maior formação de compostos oxidantes, como peróxido de hidrogênio, ânion superóxido e, indiretamente, dialdeído malônico. Apesar dessas evidências, o conhecimento sobre as vias responsáveis pelas consequências comportamentais associadas à hiper-homocisteinemia ainda não foi determinado, nem nos casos de aumentos moderados, ou ainda nas formas graves de homocistinúria, em que retardo metal pode estar presente já na infância e que na idade adulta, mesmo em pacientes sem déficit cognitivo, pode levar a alterações psiquiátricas, como a depressão. Modificações epigenéticas se apresentam como um mecanismo possível na determinação de alterações cognitivo-comportamentais de indivíduos com níveis de homocisteína aumentados. Isso ocorre porque uma das mais importantes modificações no DNA, que é a metilação de citosinas, ocorre à custa da via metabólica da metionina, em que o produto é a homocisteína. Consequentemente, fatores genéticos e ambientais (principalmente dietéticos) também podem ocupar um papel importante. Além disso, considerando a ligação dos processos cognitivos com o BDNF (brain derived neurotrophic factor), é interessante o estudo de sua participação em situações de hiper-homocisteinemia. Dessa forma, o objetivo do estudo é analisar como o aumento plasmático de homocisteína influencia as funções cognitivas, considerando as alterações bioquímicas e epigenéticas decorrentes desse acúmulo em camundongos, animais estes que possibilitam a redução de variáveis interferentes como fatores genéticos e ambientais. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE REZENDE, MARINA MASTELARO; D'ALMEIDA, VANIA. Central and Systemic Responses to Methionine-Induced Hyperhomocysteinemia in Mice. PLoS One, v. 9, n. 8, . (10/00075-2, 11/15699-4)

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