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Natureza, nação e tensão no(s) romantismo(s) argentino e brasileiro

Processo: 11/14922-1
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2011
Vigência (Término): 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Literaturas Estrangeiras Modernas
Pesquisador responsável:Valeria de Marco
Beneficiário:Diego Alejandro Molina
Instituição Sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Romantismo   Literatura comparada
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Estado-nação moderno | literatura latino-americana | Nacionalismo literário | Romantismo argentino | Romantismo Brasileiro | Literatura Latino-americana

Resumo

Nosso projeto visa colocar em relação direta a produção discursiva do primeiro impulso romântico na Argentina e no Brasil no contexto das grandes revoluções europeias, em geral, e da renovação pós-independentista latino-americana, em particular. Para isso, analisaremos os alcances teóricos dos postulados do Romantismo, sua recepção, adaptação e apropriação por parte das elites letradas de ambos os países, assim como os discursos em prol do nacionalismo emergente. A partir de um corpus estabelecido, compararemos dois momentos do processo de afirmação nacional de ambas as elites letradas. Momentos que se condensam nas "urgências" de um nacionalismo bivalente: buscar a independência cultural das ex-metrópoles, da mesma maneira que se conseguiu a independência política. O primeiro momento configura-se pelo contato com as formas de "contar" a natureza a partir dos relatos dos viajantes europeus que visitaram a América do Sul desde o final do século XVIII, com Humboldt como modelo. Nesse primeiro momento, levaremos em consideração a tessitura de vozes que configuram os relatos de viagens e como eles se imbricam na produção local. O segundo momento é determinado pelos ensaios de "interpretação" nacional e pela ficcionalização da pátria, assim como pela entronização da ideia de ser nacional nas figuras condensadoras do índio, no Brasil, e do gaucho na Argentina. No último momento, examina-se a ideia de "literatura nacional", que permeia todo o discurso do século XIX das elites latino-americanas, assim como sua cristalização e aceitação ao longo do século XX e até nossos dias, faróis e chaves para ler, em paralelo, os processos de invenção ligados aos Estados-nação emergentes. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MOLINA, Diego Alejandro. Natureza, nação e tensão nos romantismos argentino e brasileiro. 2015. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/SBD) São Paulo.

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