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ESTUDO PRELIMINAR DA MICROPROPAGAÇÃO DE Camellia sinensis L. A PARTIR DE SEGMENTO NODAL

Processo: 11/12543-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2011
Vigência (Término): 31 de julho de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal
Pesquisador responsável:Juliana Domingues Lima
Beneficiário:Ana Carolina Batista Bolfarini
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Registro. Registro , SP, Brasil
Assunto(s):Chá   Micropropagação vegetal   Protocolo   Camellia sinensis   Cultura de tecidos   Produção de mudas

Resumo

A micropropagação atualmente é a técnica mais eficiente para propagação de Camellia sinensis L. (chá). Considerando que essa técnica ainda não foi adotada para os genótipos de chá cultivados no Vale do Ribeira, este estudo tem como objetivo avaliar se o protocolo de BAG et al. (1997) pode ser aplicado aos três genótipos de importância econômica na região. Para tal, segmentos nodais serão coletados em plantas matrizes, desinfestados e inoculados em meio de cultura ½ MS e ½ MS contendo 1,12 mg l-1 de BAP e 0,2 mg l-1 de ANA. Posteriormente, o material vegetal será transferido para o meio MS e MS contendo 2,25 mg l-1 de BAP e 0,2 mg l-1 de AIB, dando início a fase de multiplicação. Serão realizados cinco subcultivos, cada um finalizado com o isolamento e reinoculção de brotos em meio de multiplicação. No enraizamento, o meio de cultura será ½ MS e ½ MS contendo 3,6 mg l-1 de ANA e pH 4,6. Em todas as fases, os explantes serão mantidos em câmaras de crescimento tipo B.O.D., a 25ºC, umidade relativa do ar de 80% e fotoperíodo de 12 horas. O delineamento experimental adotado será o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 2, três genótipos e dois meios de cultura (meio MS e meio MS contendo reguladores de crescimento). O estabelecimento será iniciado com dez segmentos nodais de cada genótipo; os subcultivos 1 a 2, com todos os explantes obtidos na multiplicação; e os subcultivos 3, 4 e 5, com no máximo vinte explantes escolhidos ao acaso de cada genótipo. Serão avaliadas as perdas por contaminação e oxidação, as taxas de multiplicação absoluta e acumulada e a taxa de enraizamento. Espera-se determinar se o protocolo utilizado é adequado, o rendimento e se existem diferenças genotípicas, bem como os problemas mais significativos.

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