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Colonização de detritos de plantas invasoras em corpos d'água ao longo do processo de decomposição

Processo: 11/02824-5
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2011
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Susana Trivinho Strixino
Beneficiário:Luciene Aparecida Leite Rossi
Instituição Sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Plantas invasoras   Plantas exóticas   Chironomidae
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Chironomidae | Fragmentadores | Hedychium coronarium | Plantas exóticas | Pteridium arachnoideum | Urochloa subquadripara | Ecologia de Macroinvertebrados Aquáticos

Resumo

Há muitas décadas, os problemas gerados por plantas invasoras tem sido foco de interesse de ecologistas. Eles surgem por uma combinação de movimento de espécies e mudanças nas condições ambientais que proporcionam oportunidades de estabelecimento das espécies invasoras. A substituição da vegetação ripária por estas espécies poderia comprometer o funcionamento do sistema aquático, pois esta vegetação exerce funções de grande importância para o ambiente, incluindo o suprimento de matéria orgânica, como fonte de energia, para a comunidade que habita o lugar. Portanto, a decomposição dos detritos foliares nos córregos é um processo importante que depende de diversos fatores. Larvas de Chironomidae são um dos grupos mais numerosos de macroinvertebrados associados a detritos vegetais e estudos preliminares indicaram a presença de uma parcela considerável de representantes fragmentadores. Nesse sentido, os objetivos deste trabalho são: (1) comparar a colonização por larvas de Chironomidae de detritos de três espécies exóticas invasoras (Urochloa subquadripara, Pteridium arachnoideum e Hedychium coronarium) e de uma espécie nativa (Talauma ovata) durante o processo de decomposição; (2) analisar e classificar as larvas segundo guildas alimentares comparando a estrutura trófica das assembleias formadas nos detritos dos diferentes vegetais e (3) avaliar o papel dos fragmentadores no processo de decomposição dos diferentes vegetais. Para isso serão montados, em córregos de baixa ordem, recipientes de colonização contendo os detritos que serão amostrados, aproximadamente a cada 15 dias, durante um período de 75 dias. (AU)

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