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Avaliação dos efeitos de um programa domiciliar de exercícios em pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica

Processo: 10/20280-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Ercy Mara Cipulo Ramos
Beneficiário:Juliana Rosini da Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Fisioterapia   Reabilitação pulmonar   Doença pulmonar obstrutiva crônica   Tratamento domiciliar   Exercício físico

Resumo

A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) apresenta manifestações locais e sistêmicas responsáveis por alterações nos sistemas respiratório e muscular periférico e na composição corporal. O exercício físico é considerado a conduta mais efetiva na reabilitação pulmonar (RP) e já são evidentes os benefícios do treino de força sobre a qualidade de vida e a musculatura periférica. Entretanto os ganhos obtidos, após a RP, nestes aspectos podem diminuir progressivamente com a interrupção do tratamento. O tratamento domiciliar é visto como capaz de manter os benefícios adquiridos por meio do tratamento ambulatorial, com baixo custo financeiro aos serviços de saúde. Diante da importância da RP como modalidade terapêutica na DPOC, há a necessidade de viabilizar um programa de tratamento domiciliar que dê continuidade ao tratamento oferecido no ambulatório. O objetivo do presente estudo é avaliar os efeitos de um programa domiciliar de exercícios sobre a capacidade funcional, força e resistência muscular periférica e qualidade de vida de pacientes com DPOC. Serão avaliados 25 pacientes com DPOC (VEF1 entre 50 e 70% previsto), de ambos os sexos, idade entre 55 e 70 anos que participaram previamente de um programa de reabilitação pulmonar supervisionado durante um período de dois meses. Os pacientes serão divididos em dois grupos: Tratamento domiciliar (15) e Controle (10). Os pacientes serão avaliados quanto à capacidade funcional, força e resistência muscular e qualidade de vida inicialmente e após seis meses. O grupo tratamento domiciliar realizará um programa domiciliar de treino de força com freqüência de três vezes por semana e duração de seis meses. O grupo controle será orientado a continuar suas atividades normalmente. Para análise dos dados será utilizado o programa estatístico Graphpad Instat®. De acordo com o comportamento da distribuição dos dados serão aplicados testes estatísticos específicos. O nível de significância utilizado será de 5%. (AU)

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