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Rappers, os novos mensageiros urbanos na periferia de São Paulo: a contestação estético-musical que emancipa e educa

Processo: 11/08948-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2011
Vigência (Término): 30 de novembro de 2012
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Artes - Dança
Pesquisador responsável:Monica Guimaraes Teixeira do Amaral
Beneficiário:Cristiane Correia Dias
Instituição-sede: Faculdade de Educação (FE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/52002-9 - Rappers, os novos mensageiros urbanos na periferia de São Paulo: a contestação estético-musical que emancipa e educa, AP.PP
Assunto(s):Educação   Hip hop   Cultura (sociologia)

Resumo

Resumo: Esta oficina será desenvolvida na ONG Casa do Zezinho, onde a educadora atua, e ocorrerá em parceria com as oficinas dirigidas por Marcos Vinicius Puttini, colaborador (sem bolsa) do grupo de pesquisadores da Professora Mônica do Amaral. Resumo: A pesquisa objetiva a compreensão do Rap em seu viés histórico-cultural e estético, com atenção especial aos desenvolvimentos do break, que é, de acordo com a própria história do hip hop, considerado matriz fundamental, ao lado do rap, do movimento hip hop. Durante a realização das rodas de canto falado com os jovens, serão realizadas oficinas de break, com dois objetivos: o primeiro, buscar nele os elementos que formaram o hip hop, e igualmente verificar em que medida os movimentos do break se coadunam com a idéia de Béthune de "telescopia histórica". Esta oficina é necessária para que os educandos da pesquisa conheçam as bases em que se formou o break, tanto do ponto de vista teórico quanto do ponto de vista da prática estético-corporal, pois o break é atraente, vigoroso, alegre e expressivo, e permitirá uma forma de ressignificação do hip hop e dos cantos de roda em geral, como parte essencial da matriz do hip hop, praticado pelas comunidades juvenis dos anos oitenta nas ruas de São Paulo, do mesmo modo que ocorreu em grandes cidades norte-americanas. Esta oficina cumpre um papel fundamental por sua contemporaneidade e grande adesão por parte dos jovens alunos da Casa do Zezinho, cujo trabalho, aliado às oficinas do pesquisador, preencherá uma lacuna da oficina do ring shout, uma vez que a educadora não só dança profissionalmente, como conhece vários estilos e variações que dialogam com o pan africanismo. (AU)

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