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Efeito da saliva de Aedes aegypti sobre ativação e função de macrófagos peritoneais

Processo: 11/08763-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2011
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular
Pesquisador responsável:Anderson de Sá Nunes
Beneficiário:Natany Bissiato Fernandes da Silva
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:09/09892-6 - Imunoma funcional da saliva de Aedes aegypti, AP.JP
Assunto(s):Vetores de doenças   Aedes aegypti   Glândulas salivares   Macrófagos   Imunomodulação   Óxido nítrico   Citocinas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aedes aegypti | citocinas | Glândula Salivar | Macrófagos | Oxido Nitrico | Imunologia de vetores

Resumo

A saliva das fêmeas de Aedes aegypti possui diversas moléculas descritas em seu transcriptoma com função ainda desconhecida. A modulação da imunidade inata e adaptativa do hospedeiro é um fator reconhecido para a transmissão de doenças por vetores hematófagos. Nesse sentido, macrófagos possuem um papel importante na patogênese de infecções virais transmitidas por Ae. aegypti, permitindo a replicação dos vírus e servindo como reservatórios virais, mas também como fonte de citocinas imunomoduladoras e radicais livres, que podem ter efeitos antivirais. Subpopulações funcionais de macrófagos foram descritas e a forma como essas células são ativadas pode afetar sua interação com os vírus transmitidos pelos mosquitos. A presença de IFN-³ induz a chamada "ativação clássica" de macrófagos, enquanto a presença de IL-4 gera macrófagos "alternativamente ativados". Esses últimos são mais permissivos à infecção com o vírus da dengue, por exemplo.Até o momento, pouco se sabe quanto aos efeitos da saliva de mosquitos hematófagos sobre a ativação dos macrófagos. Esse projeto pretende avaliar como os macrófagos se comportam quando ativados na presença do extrato de glândula salivar (EGS) de Ae. aegypti. Especificamente, a produção de óxido nítrico e de citocinas inflamatórias serão determinadas na presença do EGS do mosquito. Para tanto, camundongos C57BL/6 receberão intraperitonealmente 1 mL de solução de tioglicolato a 3% para recrutamento de macrófagos. Após 4 dias, o lavado da cavidade peritoneal será coletado e uma suspensão contendo 1,5 x 106 células/mL será preparada. Alíquotas de 100 uL dessa suspensão serão adicionadas em placas de 96 poços e incubadas a 37o C por 2 horas. As células não-aderentes serão removidas por 3 lavagens com meio aquecido e ressuspendidas no volume inicial. As células serão pré-incubadas com meio ou EGS e então ativadas com IFN-gama (5 ng/mL) em presença ou ausência de LPS ultra puro (1 pg/mL a 1 ng/mL). A produção de nitrito e das citocinas inflamatórias TNF-alfa, IL-1, IL-6 e IL-12 e anti-inflamatória IL-10 serão avaliadas nos sobrenadantes de cultura em diferentes períodos de incubação. (AU)

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