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Influência do graute e da taxa de armadura na resistência à compressão da alvenaria

Processo: 06/03943-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2006
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2007
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Civil - Estruturas
Pesquisador responsável:Jefferson Sidney Camacho
Beneficiário:Anderson Teixeira Pinha
Instituição Sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/02269-0 - Influência do graute e da taxa de armadura na resistência à compressão da alvenaria, AP.R
Assunto(s):Alvenaria estrutural   Concreto   Concreto armado   Resistência à compressão
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Alvenaria Estrutural | Armaduras | Blocos De Concreto | Graute | Resistencia A Compressao | Alvenaria estrutural

Resumo

O presente trabalho fará uma investigação experimental da influência do graute e da taxa de armadura na resistência final à compressão de alvenaria de blocos de concreto. Para tanto será desenvolvido um programa experimental, subdividido em quatro etapas. Inicialmente serão desenvolvidos ensaios de determinação das características físicas e geométricas dos blocos e determinação de sua resistência à compressão, de acordo com a NBR-7186. Os blocos serão coletados direto de uma fábrica, com resistências médias esperadas de 8 e 15 MPa (B1 e B2). Na segunda etapa serão montados seis prismas para cada tipo de bloco utilizado. Após a montagem eles serão grauteados, sendo utilizadas duas classes de grautes definidas (G1 e G2), combinando as classes de blocos com as de graute e adotando três corpos de prova para cada tipo de combinação bloco-graute, resultando num programa de ensaios com 18 corpos-de-prova. Na terceira etapa serão montados prismas com os grautes e três taxas distintas de armaduras, resultando em dezoito prismas para cada classe de bloco, que serão combinados com as duas classes de grautes e as três taxas de armaduras, totalizando assim trinta e seis prismas nesta etapa. Na quarta etapa serão construídas e ensaiadas à compressão axial pequenas paredes com três blocos de comprimento e cinco fiadas de altura. Todos os corpos-de-prova serão executados com o auxílio de ferramentas apropriadas de modo a minimizar os efeitos da mão-de-obra, controlando assim, com maior eficiência, parâmetros como prumo e espessura de juntas. Dos resultados nos ensaios dos prismas, será obtido um fator de eficiência entre prismas vazios e prismas grauteados, para cada classe de blocos, e adotada a combinação que apresentar maior valor de eficiência, para daí definir quais serão as combinações a serem utilizadas nas paredes, em cada classe de blocos. Portanto, na quarta etapa, serão executadas e ensaiadas dez paredes para cada classe de bloco, sendo estas paredes divididas em paredes vazias, totalmente grauteadas e com as três taxas de armaduras definidas, totalizando 20 paredes. As deformações nos blocos serão registradas através de extensômetros elétricos, os prismas terão suas deformações monitoradas por transdutores de deslocamentos e também com extensômetros elétricos nas fiadas centrais. Para os prismas armados, adicionalmente serão empregados extensômetros elétricos em algumas barras de aço, procedimento que será reproduzido nas paredes. Os resultados obtidos serão apresentados na forma de tabelas e gráficos, com os comentários e observações consideradas importantes, de modo a facilitar a leitura e compreensão do relatório técnico final.

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