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CARACTERIZAÇÃO DA VIA IRS1/Akt/mTOR EM ENXERTOS TUMORAIS DE ANIMAIS SUBMETIDOS À DIETA HIPERPROTÉICA

Processo: 10/17944-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 2011
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:José Barreto Campello Carvalheira
Beneficiário:Maria Carolina Santos Mendes
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/57952-5 - Instituto Nacional de Obesidade e Diabetes, AP.TEM
Assunto(s):Oncologia   Serina-treonina quinases TOR   Neoplasias   Leucina

Resumo

O câncer e a terapia oncológica estão associados com um progressivo desgaste físico e má nutrição. Nesse sentido, a oferta de uma dieta hiperprotéica é indicada a fim de se satisfazer à necessidade de síntese protéica e minimizar a degradação protéica. Contudo, é escasso o número de trabalhos na literatura que indiquem a ação da dieta hiperprotéica na estimulação do crescimento tumoral. É sabido que a ativação constitutiva das proteínas da via IRS/PI3K/Akt é um fenômeno comum em vários tumores humanos. Nos últimos anos, a atenção do meio científico foi direcionada para um diferente ramo da via IRS/PI3K/Akt, na qual figura a mTOR (mammalian target of rapamycin). A via da mTOR tem um papel fundamental no controle das funções celulares, incluindo síntese protéica, crescimento e proliferação celular. Essa via é estimulada por fatores de crescimento, dentre estes os aminoácidos. A leucina é o aminoácido de maior potência na ativação da mTOR. Sendo assim, o objetivo deste estudo é investigar os efeitos da dieta hiperprotéica, e em especial da leucina, na modulação do crescimento tumoral em diferentes linhagens de células tumorais, que se diferenciem em relação a ativação constitutiva da via IRS1/Akt/mTOR. Para tanto, serão utilizados camundongos machos da linhagem SCID provenientes do biotério central da Unicamp. Estes serão inoculados com 1x106 células de linhagem tumoral específica (PC3, HT29 ou A549) na região subcutânea dorsal. Estes animais serão divididos em 4 grupos e receberão dieta controle, hiperprotéica, suplementada com leucina e hiperprotéica reduzida em leucina. Cada grupo conterá no mínimo 5 animais, sendo que estes serão identificados e acompanhados individualmente durante todo o experimento. O peso e o crescimento tumoral serão avaliados diariamente, começando a partir da data da inoculação do tumor. Ao final, o camundongo será pesado e sacrificado, e os tumores serão extraídos para análise. Imunoprecipitação e immunoblotting serão utilizados para examinar a expressão das proteínas chaves da via IRS/Akt/mTOR. Imunohistoquímica será realizada para avaliar proliferação e apoptose nos tecidos tumorais. Além disso, a viabilidade celular (através do ensaio de MTT), proliferação (CFSE) e morte celular (Anexina e Pi) serão avaliadas em cultura celular (células PC-3, HT-29 e A549) após exposição a diferentes concentrações de leucina.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MENDES, Maria Carolina Santos. Caracterização da via IRS1/AKT/mTOR em xenoenxertos tumorais de animais submetidos à suplementação com leucina. 2014. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Ciências Médicas.

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