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Composições da ética e do habitar nas vivências de crianças e adolescentes no contexto de uma casa abrigo

Processo: 10/11163-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2010
Vigência (Término): 31 de outubro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Sandra Maria Galheigo
Beneficiário:Nathália Azevedo Luvizaro
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Abrigo   Constituição e estatutos   Terapia ocupacional

Resumo

O acolhimento institucional em abrigos, denominado até 2006 como abrigamento, de crianças e adolescentes de caráter provisório, é uma medida de proteção que não implica em privação de liberdade, proposta pelo Estatuto da Criança e do Adolescente em substituição às práticas asilares resultantes da Política Nacional do Bem-Estar do Menor estabelecida durante o regime autoritário no Brasil. Esta pesquisa pretende estudar e problematizar as formas como se constituem a experiência de habitar e conviver de crianças e adolescentes a partir das categorias de autonomia e participação, considerando as singularidades do cotidiano nesse contexto. No bojo desta discussão, também serão abordadas questões referentes ao ambiente necessário ao desenvolvimento da criança e do adolescente; ambiente que deve promover acolhimento, cuidado e experimentação de si e do mundo. Por fim, o estudo se propõe a apontar possibilidades de abordagem da Terapia Ocupacional neste campo, ainda pouco explorado por esta área de conhecimento e prática. A pesquisa contará com a metodologia de observação participante. A partir dos procedimentos éticos adequados, as observações participantes contemplarão as atividades básicas do cotidiano, momentos lúdicos e atividades coletivas, comemorativas e de convivência e serão realizadas durante dois meses, totalizando 320 horas. Pretende-se entrar em contato com as vivências dos sujeitos pesquisados - que também serão os funcionários da Casa Abrigo, já que estes constituem também os processos de habitar e conviver das crianças e adolescentes - e discuti-los com base na literatura estudada para elaboração de discussões e/ou contribuições a este tema, relevante no contexto dos saberes e práticas da Terapia Ocupacional. (AU)

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