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POR UMA ESTÉTICA DA IMANÊNCIA - O matiz espinosano de uma política do sensível na historicidade da obra de arte

Processo: 09/11613-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2009
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Marilena de Souza Chauí
Beneficiário:Henrique Piccinato Xavier
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:07/56080-1 - Ruptura e continuidade: investigações sobre a relação entre natureza e história a partir de sua formulação pelo grande racionalismo seiscentista, AP.TEM
Assunto(s):História da arte   Baruch Espinoza   Imanência

Resumo

Em conseqüência da fecundidade de certas questões estéticas provindas de nosso mestrado onde realizamos uma aproximação entre a filosofia de Espinosa e obras de arte do século XVII, surgiu-nos a necessidade de, em nossa tese de doutorado, realizar um estudo mais amplo e ambicioso acerca do que viria ser a sistematização de uma Estética da Imanência tomada por um matiz espinosano. Assim, visamos nos questionar como e porque o conceito de imanência espinosano é fecundo para pensar as artes? Como resposta, optamos por partir de um delineamento crítico do emprego existente do conceito de imanência no interior do debate estético contemporâneo a partir da obra de três filósofos que têm uma larga produção na área de estética e também trabalharam assiduamente com a obra de Espinosa. Os autores escolhidos são: Gilles Deleuze, Georges Didi-Huberman e Pierre Macherey. De cada um deles, analisaremos uma obra central no interior do seu pensamento sobre estética, respectivamente: Cinema: L'image-temps, Devant le temps e Pour une théorie de la production littéraire. Além disto, estas três obras nos conduzem a um questionamento central em nossa sistematização de uma Estética da Imanência acerca de como o trabalho artístico é criticamente investido de múltiplas temporalidades históricas que remetem à materialidade e à expressão de seus processos de produção e consumo. Abordaremos tal questão segundo a chave de uma política do sensível - ou de uma partilha do sensível, para usarmos a expressão cunhada por Jacques Rancière - enquanto uma abertura temporal em sua densidade histórica que vem a ser, ao mesmo tempo, alicerce e efeito necessário da própria obra arte que recolhe criticamente uma tradição e abre uma posteridade, de sorte que a temporalidade sempre lhe seja imanente.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
XAVIER, Henrique Piccinato. Por uma Estética da imanência. 2013. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas São Paulo.

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