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Produção de quimeras embrionárias bovinas mediante a agregação de embriões diplóides (Bos taurus) e tetraplóides (Bos indicus)

Processo: 09/04888-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2010
Vigência (Término): 31 de março de 2011
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Marcelo Fábio Gouveia Nogueira
Beneficiário:Eduardo Montanari Razza
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/06491-2 - Quimerismo embrionário nas espécies murina e bovina: interação da massa celular interna, de embriões produzidos in vivo, com embriões receptores produzidos in vitro, AP.JP
Assunto(s):Bos taurus   Bos taurus indicus   Tetraploidia   Bovinos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:agregação embrionária | Bos indicus | Bos taurus | bovino | quimerismo embrionário | tetraploidia | Biotecnologia de embriões bovinos

Resumo

Há tempos a miscigenação de células oriundas de dois ou mais progenitores paternos e maternos (quimera), tem sido estudada como ferramenta para o entendimento da embriogênese, organogênese, imunologia e da capacidade em gerar tipos celulares especializados oriundos dos três folhetos embrionários (isto é, pluripotência). Na produção de embriões quiméricos, uma possibilidade seria a manipulação da relação entre as populações celulares da massa celular interna (MCI) do embrião receptor e da MCI oriundas de um embrião com genótipo diferenciado economicamente, com o intuito de aumentar - ou mesmo substituir integralmente - a participação da MCI deste último genótipo na linhagem das células sexuais. Uma estratégia de produção de quimeras cooptou a capacidade, não-aleatória, de embriões tetraplóides comporem os anexos embrionários (o cório da placenta). Células tetraplóides raramente constituem o embrião em si, contribuindo quase que exclusivamente na formação dos elementos extra-embrionários, devido à necessidade da euploidia para o correto funcionamento das células somáticas e dos tecidos como um todo. Essa particularidade permite que tais células sejam utilizadas na indução de quimerismo embrionário em que, mais tardiamente no desenvolvimento, o feto seria constituído por células diplóides e a placenta conteria àquelas tetraplóides (concepto quimérico, mas não fetal). As propriedades fisiológicas da placenta de um determinado genótipo bovino - termorresistente como o zebu (Bos indicus) - poderiam ser associadas ao desenvolvimento, embrionário e fetal, de um genótipo sabidamente termossensível (como a raça Holandesa Preta e Branca; Bos taurus), mediante a agregação de embriões tetraplóides e diplóides, respectivamente. Com o objetivo de validar a metodologia da produção de embriões bovinos quiméricos, mediante a agregação de embriões diplóides (Bos taurus) e tetraplóides (Bos indicus), para o estudo da complementação funcional do concepto oriundo de genótipos distintos, com relação à termotolerância, este projeto visa avaliar a taxa de formação de blastocistos quiméricos formados a partir dessa agregação.

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
RAZZA, Eduardo Montanari. Produção de quimeras embrionárias bovinas mediante a agregação de embriões diploides (Bos indicus) e tetraploides (Bos indicus). 2011. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual Paulista (Unesp). Instituto de Biociências. Botucatu Botucatu.

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