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Ensino de discriminações condicionais em bebês: avaliação do responder por exclusão e treino de emparelhamento de identidade com diferentes estímulos

Processo: 08/03314-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2008
Vigência (Término): 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Maria Stella Coutinho de Alcantara Gil
Beneficiário:Lucas Tadeu Garcia
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Análise funcional   Exclusão   Bebês

Resumo

Desempenhos humanos complexos como a representação simbólica e a formação de conceitos envolvem outras habilidades como pré-requisitos, entre elas, a aprendizagem de discriminações condicionais. A literatura sobre formação de classes de equivalência e de ensino por exclusão tem fornecido amplo corpo metodológico para ensino destes desempenhos. Ao mesmo tempo, há uma dificuldade em gerá-los em populações com baixo repertório lingüístico, o que suscita questões teóricas em torno dos pré-requisitos para os comportamentos simbólicos. Devido à dificuldade em obter resultados de desempenhos emergentes em bebês antes do desenvolvimento da linguagem, estudos têm proposto procedimentos que manejam variáveis relevantes para este objetivo, como a duração do intervalo entre tentativas, o período de brincadeira pós-sessão, a natureza dos estímulos, a necessidade de variar a apresentação dos brinquedos-estímulo, a introdução de procedimentos remediativos etc. Problemas relativos à natureza dos procedimentos podem afetar o desempenho dos pequenos, como o uso do mesmo estímulo com funções, discriminativa e reforçadora. Este trabalho, composto por dois estudos, tem como objetivo investigar possíveis variáveis críticas de procedimentos de ensino para bebês, especificamente a eficácia do uso de estímulos arbitrários em tarefas de discriminação, bem como a replicação de um procedimento de ensino por exclusão que empregou fotografias em situação natural realizado na casa de um bebê, agora na creche. No primeiro estudo serão realizadas tarefas de discriminação simples e pareamento de identidade utilizando estímulos arbitrários, brinquedos e conseqüências sociais como reforçadores. No segundo os estímulos serão fotografias de objetos familiares e não familiares aos pequenos, em tarefas de discriminações auditivo-visuais, com brincadeira social e acesso à fotografia com reforço. As sessões serão gravadas e analisadas de modo a identificar contingências em vigor além daquelas planejadas para ajuste dos procedimentos.

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