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Avaliação da atividade biológica da gonadotrofina coriônica equina recombinante (r-eCG) expressa em três diferentes tipos de células de mamíferos

Processo: 08/53975-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de setembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Mari Cleide Sogayar
Beneficiário:Tatiane Maldonado Coelho
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/10707-7 - Bases moleculares do controle da proliferação celular e origem de neoplasias na era de genômica e proteômica, AP.TEM
Assunto(s):Gonadotrofina coriônica   Proteínas recombinantes   Mamíferos   Polissacarídeos   Superovulação   Glicosilação

Resumo

Atualmente, o Brasil encontra-se na privilegiada posição de maior produtor e exportador mundial de carne bovina, tornando a Pecuária uma das atividades nacionais mais importantes e rentáveis. Este dado enfatiza a importância da pesquisa e do desenvolvimento na reprodução bovina, visando melhorar a produção de animais com genética superior. Os custos com a importação de hormônios estimuladores da ovulação, como a gonadotrofina coriônica equina (eCG), tomam-se barreiras importantes na difusão de técnicas muito utilizadas no melhoramento genético animal, como a super-ovulação e transferência de embriões. Além disso, os produtos comerciais utilizados atualmente são purificados a partir do sangue de éguas gestantes, que possuem, além da indesejável variabilidade de lote para lote e falta de consistência entre um tratamento e outro, contaminações com materiais protéicos inespecíficos e até de possíveis agentes biológicos, tais como vírus. A tecnologia recombinante é capaz de produzir proteínas de uma forma reprodutível, prática e segura. O uso de sistemas de células de mamíferos permite ainda a introdução de modificações pós tradicionais, tais como a glicosilação, fundamental para a atividade biológica da eCG, uma proteína com cerca de 40% de seu peso molecular correspondendo a açúcares. Porém, mesmo entre as células mamíferas há diferenças pontuais entre os N ou O-glicanos adicionados, que diferem de célula para célula em tipo e quantidade, característica decorrente das diferentes maquinarias de modificações pós-traducionais, que incluem enzimas responsáveis pela adição de cada tipo de glicano. Visto que a eCG é uma das mais complexas glicoproteínas existentes e que ainda há muito a esclarecer sobre o papel dos diferentes açúcares anexados e a atividade biológica da mesma, propõe-se no presente trabalho a expressão desta em três diferentes tipos de células, com diferentes maquinarias de glicosilação: CHO, Hep-G2 e HEK, de modo a elucidar se há diferenças relevantes na atividade biológica in vivo (incluindo a espécie-alvo) da eCG expressa com diferentes composições de glicanos. (AU)

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