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Avaliação psicanalítica de crianças previamente avaliadas com indicadores clínicos de risco para o desenvolvimento infantil (IRDI) em São Paulo

Processo: 08/51574-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2009
Vigência (Término): 30 de novembro de 2010
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia do Desenvolvimento Humano
Pesquisador responsável:Rogerio Lerner
Beneficiário:Angela Flexa Di Paolo
Instituição-sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Desenvolvimento infantil   Psicanálise da criança   Indicadores clínicos   Psicopatologia   Avaliação psicológica

Resumo

Indicadores de risco psíquico têm sido utilizados em estudos longitudinais em vários países na investigação da interação entre a influência dos pais e os aspectos orgânicos no desenvolvimento dos filhos. Desde 2004, a pesquisa "Leitura da constituição e da psicopatologia do laço social por meio de indicadores clínicos: uma abordagem multidisciplinar atravessada pela psicanálise" configura-se como um projeto temático da FAPESP (no. 03/09687-7). Suas atividades dividiram-se em dois sub-projetos: 1) pesquisa multicêntrica de indicadores clínicos de risco para o desenvolvimento infantil - IRDI; e 2) verificação dos efeitos do tratamento psicanalítico institucional sobre o aumento da circulação social de crianças e adolescentes psicóticos. O objetivo da presente pesquisa é dar continuidade ao subprojeto 1, a fim de diminuir a perda amostral e propiciar condições para futuros estudos de seguimento longitudinal. No final de 2006, o IRDI havia sido aplicado em uma amostra de 287 crianças consideradas caso (tiveram ao menos dois indicadores ausentes). Então, foi elaborada a Avaliação Psicanalítica aos 3 anos - AP3, visando ao desfecho clínico da pesquisa quando as crianças chegassem aos 3 anos, executada juntamente com a avaliação psiquiátrica. Após a análise estatística, constatou-se que houve uma perda 44,9% das 287 crianças consideradas caso que deveriam ter sido avaliadas com a AP3. A proposta que aqui se faz é recuperar parte significativa dessa perda, resgatando as crianças que não foram seguidas com a AP3 na cidade de São Paulo e submetê-las a tal avaliação. Ressalte-se que o instrumento de Avaliação Psicanalítica não serve apenas à aplicação exclusiva aos 3 anos de idade, tornando-se tanto mais efetivo quanto mais velha for a criança, dentro de limites temporais do desenvolvimento. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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