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Tio Sam abraça Jeca Tatu: a Guerra Fria cultural norte-americana e a propaganda de atividades artísticas e intelectuais no Brasil (1953-1964)

Processo: 08/51614-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2009
Vigência (Término): 31 de julho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Elizabeth Cancelli
Beneficiário:Júlio Barnez Pignata Cattai
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:06/59726-7 - Arquivos da repressão e da resistência. Historia e memória. Mapeamento e análise da documentação do DEOPS/SP e DEIP/SP, AP.TEM
Assunto(s):Propaganda cultural   Guerra cultural   Guerra Fria   Jornais   Brasil   Estados Unidos   Departamento Estadual de Ordem Política e Social (DEOPS)

Resumo

Os anos entre o fim da Segunda Guerra Mundial e a queda do muro de Berlim, período conhecido por Guerra Fria, conservam uma história pouco explorada pela historiografia. A Guerra Fria significou a reorganização mundial em dois blocos hegemônicos, o dos Estados Unidos e o da União Soviética, em posições antagônicas e em disputa pela supremacia mundial. Nesse contexto, "história pouco explorada" diz respeito à política de propaganda cultural levada a cabo pelo governo norte-americano, gerada em seu departamento de Estado, pouco tempo após o início da Guerra Fria. A Cultural War, como ficou conhecida essa política, tinha o intuito de, por meio do financiamento de atividades culturais, convencer, sobretudo a intelligentsia ocidental, da superioridade do americanismo em relação ao modelo soviético e, assim, afastá-la da sedução que Marx e o comunismo exerciam. O objetivo de nosso trabalho é refletir sobre a propaganda da United States Information Agency (USIA), no âmbito da Cultural War, no Brasil, e, para tanto, identificar quais atividades culturais foram divulgadas e como as propagandas dessas atividades aparecem nos jornais Tribuna da Imprensa e Correio da Manhã, entre 1953 e 1964, confrontando com o acervo do Departamento de Ordem Política e Social - São Paulo (DEOPS/SP), no mesmo período, e examinando as redes de relações estabelecidas no Brasil entre intelectuais e entre eles e as instituições a que se ligavam. Cabe salientar que a pesquisa aqui proposta soma-se aos trabalhos desenvolvidos pelo PROIN - Projeto Integrado Arquivo Público do Estado / USP - aprovado como um dos projetos temáticos da FAPESP. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CATTAI, Júlio Barnez Pignata. O estandarte silencioso: a United States Information Agency na mídia impressa do Brasil - Correio da Manhã e Tribuna da Imprensa, 1953-1964. 2011. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH/SBD) São Paulo.

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