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Possibilidades e limites para os projetos de infra-estrutura urbana em áreas de fragilidade

Processo: 07/52412-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2007
Vigência (Término): 30 de setembro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Arquitetura e Urbanismo - Tecnologia de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisador responsável:Maria Lucia Refinetti Rodrigues Martins
Beneficiário:Luciana Nicolau Ferrara
Instituição-sede: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Planejamento ambiental   Conservação dos recursos naturais   Infraestrutura urbana   Tecnologia da arquitetura   Periferia   Mananciais

Resumo

Na Região Metropolitana de São Paulo, a expansão urbana horizontal na forma de loteamentos aproximou-se das margens das represas e ocupou áreas que posteriormente foram delimitadas como de proteção ambiental pela Lei Estadual de Proteção aos Mananciais (898/75 e 1172/76). Esta lei (que atualmente está em revisão) estabeleceu restrições para o uso e ocupação do solo que, somadas a uma série de fatores sociais, econômicos e políticos, permitiu a consolidação de bairros inteiros em condições precárias. Locais que até hoje dependem de regularização fundiária, urbanística e ambiental. Nos últimos anos, municípios que vivem esse conflito tem buscado soluções para urbanizar essas áreas, enfrentando a polêmica de que a infra-estrutura promove a ocupação degradando ainda mais os mananciais. Nesse contexto, o projeto de pesquisa tem como objetivo refletir sobre as possibilidades e limites para o desenvolvimento de tecnologias de infra-estruturas urbanas direcionadas a qualificar o espaço urbano e ao mesmo tempo, a minimizar o impacto sobre os recursos naturais, considerando a realidade social brasileira e seus conflitos. A partir de um breve histórico das redes de infra-estrutura na RMSP, passando por um diagnostico de sua situação atual, propomos analisar dois projetos piloto (Parque Andreense em Santo André e Jardim Senhor do Bonfim em São Bernardo do Campo) que trataram a questão propondo tecnologias conciliadoras entre a urbanização e a preservação ambiental. (AU)

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