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Estudo qualitativo da mortalidade fetal e neonatal no município de Santos-SP

Resumo

A mortalidade neonatal passou a ser o principal componente da mortalidade infantil em termos proporcionais a partir do final da década de 80, e representa entre 60% e 70% da mortalidade infantil em todas as regiões do Brasil. No município de Santos as taxas de mortalidade infantil tem permanecido em torno de 14 a 15 por mil nascidos vivos, acompanhando a região da Baixada Santista que apresenta os maiores valores do Estado de São Paulo. Nesta pesquisa serão analisados os registros de óbitos fetais e neonatais nos anos de 2015 e 2016, bem como a trajetória de vida e de cuidado de mulheres residentes na Zona Noroeste do município que passaram por essa experiência, por meio de entrevistas gravadas e posterior análise de conteúdo, numa perspectiva qualitativa. Busca-se levantar e analisar interpretativamente aspectos relacionados à mulher como sujeito da família e da comunidade como contexto de vida dessa mulher, tendo por base questões de gênero na vida familiar e comunitária, que possibilitem planejar intervenções intersetoriais, visando a melhora da qualidade do cuidado de mulheres e crianças. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
MACARENA URRESTARAZU DEVINCENZI; LILIA BLIMA SCHRAIBER. Óbitos neonatais em região de alta vulnerabilidade do Município de Santos, São Paulo, Brasil: examinando questões assistenciais na perspectiva das mulheres. Cadernos de Saúde Pública, v. 35, n. 9, p. -, 2019.

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