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Comparing hair-morphology and molecular methods to identify fecal samples from Neotropical felids

Processo: 17/19634-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de dezembro de 2017 - 31 de maio de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia
Pesquisador responsável:Carlos Camargo Alberts
Beneficiário:Carlos Camargo Alberts
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL-ASSIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Assis. Assis , SP, Brasil
Assunto(s):Morfologia  DNA  Fezes  Felidae  Chave de identificação 

Resumo

Para evitar certos problemas encontrados com métodos mais tracionais e invasivos em estudos de ecologia comportamental de mamíferos predadores, como os felinos, abordagens moleculares tem sido usadas para identificar fezes no campo. No entanto, esta metodologia requer om laboratório molecular completo e, normalmente, também requer amostras muito frescas de fezes para evitar a degradação do DNA. Ambas as condições são normalmente inexistentes no campo. Para contornar estas dificuldades, pode-se utilizar como alternativa, a identificação baseada características morfológicas (comprimento, coloração, padrão de bandas, de escamas e de medulas) de pelos encontrados nas fezes. Neste estudo construímos uma chave de identificação morfológica para os pelos guarda de oito espécies de felinos neotropicais (onça-pintada, gato-do-mato-pequeno, gato-do-mato-grande, gato-maracajá, jaguatirica, gato-palheiro, onça-parda e jaguarundi) e comparamos sua eficiência com a de um método de identificação molecular, usando a região ATP6 do mtDNA como marcador. Fara essa abordagem molecular, simulamos algumas condições de campo adiando procedimentos de conservação das amostras. Um teste cego da chave de identificação obteve uma taxa de sucesso geral de quase 70%, o que consideramos equivalente ou melhor que de algumas metodologias moleculares (provavelmente devido à degradação do DNA) encontrados em outros estudos. A onça-pintada, a onça-parda e o jagurundi puderam ser inequivocamente discriminados de qualquer outro felino neotropical. Numa escala variando de inadequado a excelente, a chave obteve resultados sofríveis apenas para o gato-maracajá, com apenas com cerca de 30% de seus pelos corretamente identificados usando essa chave. Gato-do-mato-pequeno, gato-do-mato-grande, gato-palheiro e jaguatirica tiveram resultados intermediários. Informações complementares sobre as distribuições conhecidas podem ser necessárias para melhorar substancialmente os resultados obtidos com a chave. Nossos próprios resultados moleculares foram ainda melhores, já que todas as amostras que passaram pelo teste cego foram identificadas corretamente. Parte dessas identificações foram feitas de amostras mantidas em condições sub ótimas, com algumas delas permanecendo a céu aberto por até sete dias, simulando condições no campo. Aparentemente ambos os métodos pode ser usados, dependendo das possibilidades laboratoriais disponíveis e dos resultados esperados. (AU)

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