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Modelo de fluxo estomático de ozônio aplicado a espécie arbórea tropical: incorporação da ação de compostos orgânicos voláteis na remoção de O3

Processo: 16/19738-8
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de fevereiro de 2018 - 31 de janeiro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Regina Maria de Moraes
Beneficiário:Regina Maria de Moraes
Instituição Sede: Instituto de Botânica. Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Pesquisadores associados: Sergio Tadeu Meirelles ; Silvia Ribeiro de Souza
Bolsa(s) vinculada(s):18/02018-8 - Modelo de fluxo estomático de ozônio aplicado a espécie arbórea tropical: incorporação da ação de compostos orgânicos voláteis na remoção de ozônio, BP.TT
Assunto(s):Compostos orgânicos voláteis  Ozônio  Condutância estomática 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Compostos Orgânicos Voláteis | condutância estomática | Fluxo estomático de ozônio | Nível crítico de ozônio para espécies tropicais | Ozônio | Efeitos da poluição aérea em espécies vegetais

Resumo

A concentração de ozônio troposéfrico (O3) tem aumentado no mundo todo ameaçando espécies vegetais e ecossistemas. As plantas atuam como drenos do O3 por meio de processos estomáticos e não estomáticos. Os processos não estomáticos incluem a remoção de moléculas de O3 da camada limítrofe de ar que recobre a folha por compostos orgânicos voláteis (COV) emitidos pelas plantas. Muitos estudos tem buscado o desenvolvimento de modelos de níveis críticos de proteção da vegetação contra os efeitos do O3. Verificou-se que índices baseados na condutância estomática e nos fatores ambientais que a modulam produzem resultados mais precisos que os índices baseados apenas na concentração de O3 no ar. O objetivo deste projeto é incorporar a ação dos compostos orgânicos voláteis emitidos por Astronium graveolens Jacq., espécie arbórea tropical sensível ao O3, em modelo de fluxo estomático de O3 para verificar se isso resulta em aumento de sua capacidade preditiva. Plantas jovens serão expostas às condições ambientais durante seis meses em local contaminado por O3. Serão realizados cursos diários da condutância estomática semanalmente. Nos mesmos dias, os COV serão coletados e analisados por cromatografia gasosa com detecção em espectrômetro de massas. Clima e qualidade do ar serão monitorados continuamente. A força do modelo será avaliada por meio de curva dose x resposta considerando-se as injúrias foliares como a variável resposta, constituindo um subsídio para políticas públicas de controle da qualidade do ar. (AU)

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