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Futsal match-related fatigue affects running performance and neuromuscular parameters but not finishing kick speed or accuracy

Processo: 17/13141-2
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de agosto de 2017 - 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:Paulo Roberto Pereira Santiago
Beneficiário:Paulo Roberto Pereira Santiago
Instituição-sede: Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Fisiologia do exercício  Fadiga  Esportes  Eficiência  Contração muscular  Rastreamento  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Automatic tracking | Emg | Exercise Physiology | fatigue | Sport Performance | Twitch interpolation | Biomecânica do Esporte

Resumo

Objetivo: O objetivo do presente estudo foi investigar a influência da fadiga relacionada ao futsal no desempenho de deslocamento, variáveis neuromusculares e na velocidade da bola e acurácia de chutes de finalização. Métodos: Dez jogadores profissionais de futsal participaram do estudo (idade: 22,2 ± 2,5 anos) e inicialmente realizaram um protocolo incremental para determinar o consumo máximo de oxigênio (VO2max: 50,6 ± 4,9 mL.kg-1.min-1). Em seguida, jogos simulados foram realizados em quatro períodos de 10 min durante os quais a frequência cardíaca e a concentração de lactato sanguíneo foram monitoradas. Os jogos foram filmados para subsequente rastreamento automático. Antes e imediatamente depois dos jogos simulados, a função neuromuscular foi medida pela força isométrica máxima de extensão de joelho, ativação voluntária através da técnica de twitch interpolation e atividade eletromiográfica. Previamente, no intervalo dos jogos, e imediatamente após os jogos, os atletas também realizaram uma bateria de chutes de finalização para avaliação da velocidade da bola e acurácia. Resultados: A distância total percorrida (1º tempo: 1986,6 ± 74,4 m; 2º tempo: 1856,0 ± 129,7 m, P = 0,00) e a distância percorrida por minuto (1º tempo: 103,2 ± 4,4 m.min-1; 2º tempo: 96,4 ± 7,5 m.min-1, P = 0,00) demonstraram queda significativa durante a simulação do jogo, assim como a força isométrica máxima de extensão de joelho (antes: 840,2 ± 66,2 N; depois: 751,6 ± 114,3 N, P = 0,04) e a ativação voluntária (antes: 85,9 ± 7,5%; depois: 74,1 ± 12,3%, P = 0,04), contudo a velocidade da bola e a acurácia durante os chutes de finalização não foram afetadas. Conclusão: Dessa forma, nós concluímos que apesar do declínio no desempenho de deslocamento e as variáveis neuromusculares terem apresentado uma importante manifestação de fadiga central, essa condição aparentemente não afeta a velocidade e acurácia dos chutes de finalização. (AU)

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