Busca avançada
Ano de início
Entree

Ensaio clínico sobre o uso de cola cirúrgica no reparo de episiotomias e lacerações perineais

Processo: 15/15162-1
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2016 - 30 de setembro de 2018
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Obstétrica
Pesquisador responsável:Adriana Caroci Becker
Beneficiário:Adriana Caroci Becker
Instituição-sede: Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Maria Luiza Gonzalez Riesco
Assunto(s):Obstetrícia  Adesivos  Parto 

Resumo

Introdução: O uso de colas cirúrgicas deve ser estudado para o reparo perineal no parto normal, visto que já é muito utilizado em várias áreas da medicina e pode trazer benefícios para a mulher. Objetivo: Avaliar a eficácia de uma cola cirúrgica no reparo da episiotomia e das lacerações perineais de segundo grau no parto normal desde o nascimento até 8 meses de pós-parto; Método: Ensaio clínico controlado e randomizado, comparando o uso da cola cirúrgica GLUBRAN-2® com o uso de sutura com fio Vicryl® de rápida absorção no reparo perineal no parto normal, em 70 mulheres que foram submetidas a episiotomia ou que tiveram lacerações perineais espontâneas de segundo grau, no município de Itapecerica da Serra, São Paulo. A amostra será constituída de forma a detectar uma diferença mínima significativa de 2 pontos no escore de dor entre os dois métodos de reparo perineal. Para tanto, será considerado, a priori, um desvio padrão residual igual a 3 pontos, erro alfa de 5% e poder do teste de 80%, o que resulta em uma amostra mínima de 35 parturientes, em cada grupo. Os dados serão coletados em 6 etapas diferentes entre os meses de agosto 2016 a julho de 2017. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. Resultados esperados: Considerando que os resultados do estudo sejam similares aos estudos referentes ao uso da cola cirúrgica como substituta da sutura em diversas cirurgias, espera-se evidenciar que esse método seja também viável para o reparo do períneo, trazendo benefícios às mulheres como: diminuição da ocorrência e intensidade da dor e desconforto perineal em comparação com a técnica de sutura com fio, menor índice de infecção perineal no pós-parto, maior praticidade e menor tempo de realização do procedimento para os profissionais que atendem ao parto e maior satisfação para a mulher. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)