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Efeitos do inibidor de SGLT2 no perfil hemodinâmico, lesões em órgãos-alvo e obesidade em Hipertensos Resistentes

Processo: 16/00483-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de julho de 2016 - 31 de janeiro de 2018
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Clínica
Pesquisador responsável:Rodrigo Gimenez Pissutti Modolo
Beneficiário:Rodrigo Gimenez Pissutti Modolo
Instituição Sede: Hospital de Clínicas (HC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Pesquisadores associados:Alessandra Mileni Versuti Ritter ; Ana Paula Cabral de Faria Modolo ; Heitor Moreno Junior
Assunto(s):Pressão sanguínea  Rigidez vascular  Hipertensão  Inflamação  Obesidade 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Dapagliflozina | Inflamação | obesidade | pressão arterial | Rigidez arterial | Hipertensão Arterial

Resumo

Este estudo cruzado de intervenção, randomizado e duplo-cego controlado por terapia padrão apresenta como objetivos avaliar se o uso da dapagliflozina por 12 semanas reduz a pressão arterial (PA) de consultório, PA central e também PA pela MAPA-24h (monitorização ambulatorial da PA) em pacientes hipertensos resistentes, assim como se altera os parâmetros de bioimpedância, rigidez arterial, inflamação, perfil glicêmico e adipocinas. Irá compreender 20 pacientes hipertensos resistentes que já fazem uso de metformina, porém os quais ainda não atingiram controle glicêmico, sendo aleatoriamente distribuídos a: (1) Grupo inicialmente tratado com dapagliflozina na dose de 10mg ao dia (n=10), ou (2) Grupo controle inicialmente tratado com glibenclamida na dose de 5mg ao dia (n=10), separados por um período de 1 mês de washout. Serão avaliados parâmetros clínicos como PA de consultório e da MAPA, ecocardiograma, função endotelial, espessura íntima média de carótida, medidas de parâmetros hemodinâmicos pelo Finometer, PA central e rigidez arterial pelo Sphygmocor, exames bioquímicos e determinação de marcadores inflamatórios (por ensaios imunoenzimáticos). Todos os parâmetros serão avaliados nos períodos pré e pós-12 semanas de ambos os tratamentos. Especificamente os parâmetros de controle glicêmico e o peso corporal serão avaliados a cada 4 semanas. A hipótese do estudo é que a dapagliflozina, usada como droga adicional à metformina em pacientes hipertensos resistentes que ainda não atingiram controle glicêmico, será capaz de melhorar, além da glicemia, a PA, os parâmetros hemodinâmicos, de lesão em órgãos-alvo e inflamatórios, podendo ser um potencial fármaco a ser considerada no auxílio do controle pressórico destes pacientes de alto risco cardiovascular. (AU)

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