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Gabapentin as an adjuvant for postoperative pain management in dogs undergoing mastectomy

Processo: 15/18073-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de outubro de 2015 - 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal
Pesquisador responsável:Renata Navarro Cassu
Beneficiário:Renata Navarro Cassu
Instituição Sede: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade do Oeste Paulista (UNOESTE). Presidente Prudente , SP, Brasil
Assunto(s):Anestesiologia  Mastectomia  Dor pós-operatória  Adjuvantes anestésicos  Gabapentina  Cadelas  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:canine | gabapentin | postoperative pain | Anestesiologia

Resumo

Objetivou-se avaliar a eficácia da gabapentina como adjuvante no controle da dor pós-operatória em cadelas encaminhadas à mastectomia. Foram avaliadas 20 cadelas distribuídas em dois grupos de dez animais cada: Gabapentina: tratamento com gabapentina (solução oral, 10mg kg-1), 120 minutos antes da cirurgia, seguindo-se a administração da mesma dose a cada 12 horas, durante três dias subsequentes à cirurgia; Placebo: tratamento com solução placebo (veículo isento de princípio ativo), administrado conforme descrito para Gabapentina. Todos os animais foram tranquilizados por via IM com acepromazina (0,03mg kg-1), em associação à morfina (0,5mg kg-1). Vinte minutos após, foi iniciada a infusão contínua IV de morfina (0,1mg kg-1 h-1), que foi mantida até o término do procedimento cirúrgico. A indução e manutenção anestésicas foram realizadas com propofol (dose efeito, IV) e isofluorano, respectivamente. Meloxicam (0,2mg kg-1, IV), foi administrado antes da cirurgia, sendo mantido na dose diária de 0,1 mg kg-1 PO, durante 10 dias. No pós-operatório o grau de analgesia foi mensurado durante 72 horas após extubação traqueal utilizando-se a Escala Analógica Visual Interativa e Dinâmica (EAVID) e a Escala Composta de Glasgow Modificada (ECGM). Analgesia de resgate foi feita com morfina (0,5mg kg-1 IM) em casos do escore de dor ser superior a 50% da EAVID e/ou 33% da ECGM. O grau de sedação foi avaliado por sistema de escore. Na estatística foi empregada ANOVA, testes de Tukey, Mann-Whitney e Friedman (p < 0,05). Não houve diferença significativa entre os tratamentos em relação ao peso corpóreo, idade, tempo cirúrgico, escores de dor e de sedação. Analgesia de resgate foi mais frequente no Placebo (8/10 cães) em relação ao Gabapentina (6/10 cães), contudo não houve diferença entre os grupos (p = 0,0634). A administração adjuvante de gabapentina não resultou em benefícios relevantes para o controle da dor pós-mastectomia em cadelas. (AU)

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