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Estudo da distribuição e abundância de ovos de Aedes aegypti e Aedes albopictus de acordo com o habitat e variáveis meteorológicas, município de São Sebastião, São Paulo, Brasil

Resumo

Este estudo aborda a distribuição e abundância dos ovos de Aedes aegypti e Aedes albopictus. Oitenta ovitrampas foram expostas durante quatro dias de cada mês nos ambientes peri e intradomiciliares de 40 domicílios urbanos em 20 quarteirões que foram sorteados mensalmente em Sebastião, SP, entre fevereiro de 2011 e de fevereiro de 2012. A distribuição mensal dos índices positividade de ovitrampa (IPO) e da média de ovos por armadilha (MOA) de Ae. aegypti e Ae. albopictus foram analisados utilizando o teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste Dwass-Steel-Critchlow-Fligner (DSCF). O coeficiente de correlação de Spearman e regressão linear simples foram usados para determinar a associação entre as variáveis meteorológicas de temperatura e pluviosidade e o número de ovitrampas e número de ovos coletados. O IPO e MOA de Ae. aegypti foram maiores nas instalações do peridomicílio. Uma correlação positiva foi encontrada entre a temperatura e o número de ovitrampas com ovos e número de ovos coleta dos desta espécie em ambos ambientes domiciliares. Não houve diferença no IPO e na MOA de Ae. albopictus, entre os ambientes. Foi encontrada uma correlação positiva entre temperatura e armadilhas positivas para Ae. albopictus no peridomicílio. O IPO e MOA de Ae. aegypti foram maiores que os Ae albopictus. As instalações peridomiciliares foram os ambientes preferidos para a oviposição de Ae. aegypti. O uso de ovitrampas para vigilância e controle de vetores é reiterado. (AU)

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