Busca avançada
Ano de início
Entree

Estudo da distribuição e abundância de ovos de Aedes aegypti e Aedes albopictus de acordo com o habitat e variáveis meteorológicas, município de São Sebastião, São Paulo, Brasil

Processo: 15/50061-1
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de julho de 2015 - 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública
Pesquisador responsável:Lígia Leandro Nunes Serpa
Beneficiário:Lígia Leandro Nunes Serpa
Instituição Sede: Superintendência de Controle de Endemias (SUCEN). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Controle de mosquitos  Habitat  Dengue  Oviposição  Aedes  Aedes aegypti  Aedes albopictus  Publicações de divulgação científica  Artigo científico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Aedes | Ambiente | Controle De Mosquitos | Dengue | Fatores Meteorologicos | Oviposicao

Resumo

Este estudo aborda a distribuição e abundância dos ovos de Aedes aegypti e Aedes albopictus. Oitenta ovitrampas foram expostas durante quatro dias de cada mês nos ambientes peri e intradomiciliares de 40 domicílios urbanos em 20 quarteirões que foram sorteados mensalmente em Sebastião, SP, entre fevereiro de 2011 e de fevereiro de 2012. A distribuição mensal dos índices positividade de ovitrampa (IPO) e da média de ovos por armadilha (MOA) de Ae. aegypti e Ae. albopictus foram analisados utilizando o teste de Kruskal-Wallis, seguido pelo teste Dwass-Steel-Critchlow-Fligner (DSCF). O coeficiente de correlação de Spearman e regressão linear simples foram usados para determinar a associação entre as variáveis meteorológicas de temperatura e pluviosidade e o número de ovitrampas e número de ovos coletados. O IPO e MOA de Ae. aegypti foram maiores nas instalações do peridomicílio. Uma correlação positiva foi encontrada entre a temperatura e o número de ovitrampas com ovos e número de ovos coleta dos desta espécie em ambos ambientes domiciliares. Não houve diferença no IPO e na MOA de Ae. albopictus, entre os ambientes. Foi encontrada uma correlação positiva entre temperatura e armadilhas positivas para Ae. albopictus no peridomicílio. O IPO e MOA de Ae. aegypti foram maiores que os Ae albopictus. As instalações peridomiciliares foram os ambientes preferidos para a oviposição de Ae. aegypti. O uso de ovitrampas para vigilância e controle de vetores é reiterado. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)