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Tissue Responses to Postoperative Laser Therapy in Diabetic Rats Submitted to Excisional Wounds

Processo: 15/04634-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de maio de 2015 - 31 de outubro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Cristiane Miranda Franca
Beneficiário:Cristiane Miranda Franca
Instituição Sede: Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Diabetes mellitus  Imuno-histoquímica  Reparo tecidual  Laser  Fototerapia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:diabetes | imunohistoquimica | laser | Reparo Tecidual | Fototerapia

Resumo

Em um estudo anterior sobre a biomodulação pela laserterapia em um modelo de queimadura, encontramos que ambos regimes de entrega da luz em dose única ou fracionada aumentaram a cicatrização de feridas e influxo de leucócitos quando comparados ao controle sem tratamento. A fim de verificar se este achado seria semelhante em um modelo com a cicatrização alterada, nós investigamos o efeito de irradiações únicas e múltiplas sobre o tempo de fechamento da ferida, tipo de infiltrado inflamatório, miofibroblastos, deposição de colágeno e organização do colágeno em ratos diabéticos. Ratas Wistar no mesmo ciclo estral tiveram diabetes induzida com estreptozotocina (60 mg/kg) e uma ferida excisional de 8 mm realizada no dorso com um punch cirúrgico. Os grupos experimentais foram: grupo controle (GC) - úlcera não tratada; grupo de dose única (SDG) - úlcera submetida a uma dose única de terapia com laser de diodo (» = 660 ± 2 nm; P = 30 mW; densidade de energia: 4 J/cm2) e grupo de doses fracionadas (FDG) - úlcera submetida a 1 J/cm2 terapia a laser nos dias 1, 3, 8, e 10. As úlceras foram fotografadas nos dias experimentais e depois da eutanásia as amostras de tecido foram rotineiramente processadas para análises histológica e imunohistoquímica. Independentemente da densidade de energia, a terapia com laser acelerou o fechamento da ferida em 40% nos primeiros três dias em comparação com o grupo de controle. A terapia com laser aumentou infiltrado inflamatório agudo até o dia 3. Ambos os grupos laser exibiram mais miofibroblastos e maior organização do colágeno. Os resultados demonstram que a terapia com laser de baixa intensidade no período pós-operatório imediato pode melhorar o processo de reparação tecidual em um modelo de diabetes. Efeitos semelhantes foram alcançados com a terapia de laser aplicada uma única vez com uma densidade de energia de 4 J/cm2 e quando aplicada quatro vezes com uma densidade de energia de 1 J/cm2. A aplicação da terapia a laser na fase inflamatória foi o fator mais importante para a melhoria do processo de reparação tecidual. (AU)

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