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Extrato de Ginkgo biloba melhora a sinalização à insulina e atenua a inflamação do depósito de tecido adiposo retroperitoneal de ratos obesos.

Processo: 15/00529-7
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de março de 2015 - 31 de agosto de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular
Pesquisador responsável:Monica Marques Telles
Beneficiário:Monica Marques Telles
Instituição Sede: Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Diadema. Diadema , SP, Brasil
Assunto(s):Ratos  Resistência à insulina  Inflamação  Obesidade  Medicamentos fitoterápicos 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Extrato de Ginkgo biloba | Inflamação | obesidade | Ratos | resistência a insulina | Tecido adiposo Retroperitoneal | Fitoterápico

Resumo

Devido a alta incidência e severidade da obesidade e suas doenças associadas, é altamente desejável desenvolver novas estratégias para tratar ou até mesmo prevenir o seu desenvolvimento. Nós demonstramos previamente que o extrato de Ginkgo biloba (EGb) melhorou a resistência à insulina e reduziu o ganho de massa corporal de ratos obesos. O objetivo do presente estudo, foi avaliar o efeito do EGb sobre a cascata inflamatória e a sinalização insulínica no depósito de tecido adiposo retroperitoneal de ratos com obesidade induzida pela dieta. Os ratos foram alimentados com dieta hiperlipídica por dois meses e, em seguida, tratados por quatorze dias com 500 mg/kg de EGb. Após a eutanásia, amostras de tecido adiposo retroperitoneal foram utilizadas para os experimentos de Western blotting, RT-PCR e Elisa. O tratamento com EGb promoveu uma significante redução tanto da ingestão alimentar como energética quanto do ganho de massa corporal em comparação com os ratos obesos não tratados. Além disso, nós também observamos um aumento significante na expressão gênica tanto de Adipo-R1 e IL-10 quanto no grau de fosforilação de IR e Akt, concomitante a uma redução significante no grau de fosforilação do NF-ºB p65 e nos níveis teciduais de TNF-±. Os dados obtidos sugerem que o EGb pode ter potencial como terapia para tratar doenças metabólicas relacionadas à obesidade, com especial interesse para o tratamento de indivíduos obesos resistentes em aderir a um programa de reeducação nutricional. (AU)

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