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Efeitos de diferentes combinações de drogas vasoativas e dobutamina na resposta inflamatória e perfusão hepática e intestinal durante choque endotóxico em coelhos

Processo: 14/06343-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de novembro de 2014 - 30 de abril de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina
Pesquisador responsável:Suzana Margareth Ajeje Lobo
Beneficiário:Suzana Margareth Ajeje Lobo
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Pesq. associados: Ligia Marcia Contrin ; Roseli Aparecida Matheus do Nascimento
Assunto(s):Terapia intensiva  Vasodilatadores  Dobutamina  Choque séptico  Resposta inflamatória  Coelhos 

Resumo

Disfunção do trato gastrointestinal é comum em pacientes gravemente enfermos. Inotrópicos e vasopressores como noradrenalina, dopamina, vasopressina e dobutamina são usados no suporte cardiovascular de pacientes com choque de diversas origens e algumas vezes em doses elevadas o que pode determinar isquemia esplâncnica e consequentemente exacerbação da resposta inflamatória. Objetivo. Os efeitos dos vasopressores sobre a circulação esplâncnica são ainda desconhecidos ou controversos. O presente estudo avaliará os efeitos de diferentes associações de vasopressores e inotrópicos sobre a perfusão intestinal, perfusão hepática, a resposta inflamatória sistêmica e o ritmo cardíaco durante o choque endotóxico. Estes conhecimentos podem contribuir para o desenho de estudos clínicos em pacientes com choque séptico internados em unidades de terapia intensiva para que sejam propostos tratamentos mais adequados e com menor risco de eventos adversos sobre o trato gastrointestinal. Metodologia. O estudo será conduzido em um modelo animal de choque endotóxico tratados com diferentes associações de vasopressores e inotrópicos. A perfusão tecidual global será avaliada pelas medidas de lactato sérico, saturação venosa central e gasometria arterial. A perfusão intestinal será avaliada pela medida do pH e do PCO2 intramucoso do íleo, da concentração de lactato na mucosa ileal e da diferença veno-arterial de PCO2. Lesão hepática será avaliada pela dosagem sérica de transaminases. (AU)

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