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Efeito da depressão e da vitimização sobre o pensamento contrafactual

Processo: 13/11439-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2013 - 31 de julho de 2015
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Cognitiva
Pesquisador responsável:Patrícia Waltz Schelini
Beneficiário:Patrícia Waltz Schelini
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Pesq. associados:Florença Lucia Coelho Justino ; Juliana Sarantopoulos Faccioli
Assunto(s):Pensamento contrafactual  Imaginação  Vitimização  Depressão  Violência doméstica 

Resumo

A imaginação permite pensar de forma abstrata, planejar ações futuras, vivenciar experiências impossíveis de serem vividas no mundo real e reelaborar situações ou sentimentos. O processo imaginativo pode incluir desde a formação de imagens, como também se referir a fantasias, criatividade ou atividades mentais de planejamento de cursos de ação e elaboração de alternativas à realidade. Neste último caso, as pessoas pensam em como seria algum evento se as circunstâncias fossem diferentes, o que corresponde à ideia de pensamento contrafactual. Este estudo busca comparar os pensamentos contrafactuais de pessoas depressivas e não depressivas, de pessoas vítimas de violência doméstica e não vitimizadas, bem como de depressivas e vitimizadas, a fim de verificar se há diferenças na forma como buscam alternativas para a realidade. A amostra de participantes será composta por dois outros grupos: um formado por 40 adultos de ambos os gêneros, sendo 20 com diagnóstico de depressão e 20 sem o diagnóstico de depressão; e o segundo grupo formado por outros 40 participantes, adultos do gênero feminino, dos quais 20 passaram pela experiência de violência doméstica e 20 não passaram por essa experiência. A coleta de dados será feita individualmente, por meio da apresentação de cinco estórias que deverão ser modificadas. Tais estórias já foram analisadas, em estudo anterior, em termos de sua adequação por cinco juízes. As modificações serão feitas por meio de relato livre dos participantes e, em seguida, por meio da escolha de alternativas previamente elaboradas. Os relatos livres serão avaliados por meio da técnica de análise de conteúdo, sendo que as frequências das respostas dos participantes provenientes dos relatos, bem como das alternativas por eles assinaladas, serão comparadas pelo Teste t de student e pela ANOVA. (AU)

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
FACCIOLI, JULIANA SARANTOPOULOS; SCHELINI, PATRICIA WALTZ. Styles of Counterfactual Thoughts in People with and without Signs of Depression. SPANISH JOURNAL OF PSYCHOLOGY, v. 18, 2015. Citações Web of Science: 0.

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