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Terlipressina no tratamento da síndrome hepatorrenal

Processo: 12/51234-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Pesquisa em Políticas Públicas para o SUS
Vigência: 01 de julho de 2013 - 31 de janeiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Convênio/Acordo: CNPq - PPSUS
Pesquisador responsável:Rita de Cássia Martins Alves da Silva
Beneficiário:Rita de Cássia Martins Alves da Silva
Instituição Sede: Hospital de Base de São José do Rio Preto (HB). Fundação Faculdade Regional de Medicina (FUNFARME). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Cirrose hepática  Lesão renal aguda  Síndrome hepatorrenal  Terlipressina  Qualidade da assistência à saúde 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Cirrose Hepatica | Lesao Renal Aguda | Sindrome Hepatorrenal

Resumo

A síndrome hepatorrenal (SHR) é causa potencialmente reversível de insuficiência renal aguda (IRA) em pacientes com cirrose avançada e ascite e tem alta mortalidade. Está relacionada à intensa vasodilatação arterial esplâncnica, com conseqüente diminuição do volume sanguíneo arterial efetivo e a manutenção da função circulatória recairá principalmente sobre a circulação renal, com vasoconstricção renal grave e diminuição da taxa de filtração glomerular, caracterizando a SHR. Na SHR tipo 1 a função renal se deteriora rapidamente com creatinina < 2,5 mg/dl em menos de 2 semanas. A SHR tipo 2 se caracteriza por perda progressiva lenta ou estável da função renal com creatinina usualmente entre 1,5-2,5 mg/dL. Sem tratamento, a sobrevida mediana para SHR tipo 1 é de 2 semanas e para SHR tipo 2 de 4 a 6 meses. Vasoconstrictores sistêmicos associados à albumina neutralizam a vasodilatação intensa da circulação esplâncnica e estão bem indicados na SHR tipo 1. A terlipressina é a primeira linha de tratamento da SHR tipo 1 nas diretrizes europeias. Nos Estados Unidos, devido a não disponibilidade da terlipressina, a associação midodrina e octreotide é preferida. No Brasil a midodrina não é aprovada pela ANVISA. Para que o Sistema Único de Saúde (SUS) possa regulamentar a terapêutica farmacológica da SHR em suas diretrizes e, desta forma, manter nível de excelência no atendimento à população brasileira, é importante que mais informações sejam fornecidas. O presente projeto de pesquisa propõe avaliar a segurança e eficácia da terlipressina no tratamento da SHR tipo 1. Serão incluídos pacientes com idade entre 18 e 75 anos, com diagnóstico de cirrose hepática por critérios histológicos ou clínicos e com SHR tipo 1. Estima-se incluir 30 pacientes no período de 18 meses. A terlipressina será administrada associada à albumina por até 14 dias, dependendo da avaliação da resposta terapêutica... (AU)

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