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Nietzsche e a condição pós-moderna: a extemporaneidade de um discurso

Resumo

Ora, que a filosofia de Nietzsche ultrapassa a modernidade e inaugura um discurso filosófico extemporâneo, é o que pretendemos mostrar. A filosofia dele, mormente a que se inicia com Assim falava Zaratustra, rompe com o viés discursivo da tradição - entendida de Platão a Hegel - e situa seu discurso em um novo horizonte através do primado da interpretação, da eternidade imanente, da recusa do sujeito especular e do conjunto de eventos que marcaram os tempos modernos, bem como de sua peculiar leitura da filosofia. Esses elementos, tomados em conjunto, permitem apontar a ruptura do filósofo alemão com a modernidade bem como a extemporaneidade do discurso dele. (AU)

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